


Rodrigo Capella é autor de vários livros, entre eles Transroca, o navio proibido, que está sendo adaptado para o cinema pelo diretor Ricardo Zimmer e Poesia não vende, que traz depoimentos de Ivan Lins, Moacyr Scliar, Carlos Reichenbach, Sergio Ferro, Bárbara Paz e Frank Aguiar. Capella é co-roteirista do curta-metragem Primeira Vez, vencedor da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2006 na categoria voto popular e ganhador de prêmio especial no Festival de Gramado 2007. Criou a comunidade “Dicas para publicar um livro”, a maior do Orkut com dicas e orientações para os escritores terem sucesso no meio editorial. Mais informações: www.rodrigocapella.com.br
Colabora com vários jornais brasileiros, escrevendo crônicas, contos e críticas literárias, e suas obras são, constantemente, comentadas pelos principais veículos, de Norte a Sul.
Será ambientado um livro na coluna "Mistérios em Floripa", cada semana um capítulo dessa fantástica e instigante história...Floripa se torna palco de uma história de ficção: uma grande aventura policial, com assassinato, detetive e enigma.
Participe e não deixe de ler a coluna “Mistério em Floripa”, do escritor Rodrigo Capella.
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Rodrigo Capella lança décimo livro "Mistéros em Floripa"
O livro é resultado da coluna escrita no DeOlhoNailha.
O escritor e poeta, Rodrigo Capella, autor de “Transroca, o navio proibido”, que está sendo adaptado para o cinema pelo diretor Ricardo Zimmer, acaba de lançar o seu décimo livro. Trata-se de “Mistérios em Floripa”, fruto da coluna que o autor assinou aqui no DeOlhoNaIlha. Com muita ação e suspense, o décimo livro do autor é envolvente e pode ser lido em apenas uma tarde. Tudo começa no clássico do futebol catarinense (Avaí e Figueirense) e depois ganha as ruas de Florianópolis. Leia e ajude a desvendar quem matou o jogador Leleco, a estrela do Leão da ilha.
O presidente do Avaí, Zunino (na foto), já recebeu um exemplar. Para você adquirir o seu, entre em contato com o autor pelo e-mail contato@rodrigocapella.com.br
O Capitão se remexeu na cama, indo literalmente de um lado para o outro. Suava frio, as mãos tremiam, mordia os lábios. Olhava para o teto, onde as estrelinhas – recordação de sua infância – brilhavam intensamente.
Estava naturalmente confuso. Avaí, Figueirense, rifle, jogo de futebol e outras coisas mais. Mexeu-se novamente na cama. Em um impulso acordou, passou a mão no rosto e suspirou:
- Ufa!
Virou para o lado e dormiu novamente, torcendo apenas para não ter outro pesadelo.
(FIM)
Mistérios em Floripa - Capítulo 21 – Fim
Mistérios em Floripa - Capítulo 20 – Tomar as providências
Mistérios em Floripa - Capítulo 19 – Agora ou nunca!
Mistérios em Floripa - Capítulo 18 – Intervenção do leitor
Mistérios em Floripa - Capítulo 17 – O Capitão tinha certeza!
Mistérios em Floripa - Capítulo 16 – Emissora de TV
Mistérios em Floripa - Capítulo 15 – Verdadeira ou falsa?
Mistérios em Floripa - Capítulo 14 – Veneno de Cobra
Mistérios em Floripa - Capítulo 13 – A investigação começa...
Mistérios em Floripa - Capítulo 12 – Quem é você?
Mistérios em Floripa - Capítulo 11 – A escalada
Mistérios em Floripa - Capítulo 10 - O estalo e o encaixe
Mistérios em Floripa - Capítulo 09 - O técnico do Avaí
Mistérios em Floripa - Capítulo 08 - O homem gordo apenas riu
Mistérios em Floripa - Capítulo 07 - O que você faz aqui?
Mistérios em Floripa – Capítulo 06 – A casa abandonada
Mistérios em Floripa - Capítulo 05 – O Homem de 40 anos
Mistérios em Floripa - Capítulo 04 – O cara
Mistérios em Floripa - Capítulo 03 – O rifle
Mistérios em Floripa - Capítulo 02 – Ás de espadas
Mistérios em Floripa - Capítulo 01 - A morte de Leleco
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