Florianópolis ultrapassa 5 milhões de km rodados de patinete

VariedadesFlorianópolis ultrapassa 5 milhões de km rodados de patinete

Compartilhe

Entre a SC-401 e as pontes, moradores buscam alternativas para driblar os gargalos da ilha e tornar os deslocamentos mais eficientes

Quem vive em Florianópolis conhece bem a situação: alguns quilômetros podem representar meia hora de deslocamento dependendo do horário. A SC-401, a Avenida Beira-Mar Norte e os acessos às pontes concentram grande parte do fluxo diário da cidade e fazem parte da rotina de milhares de pessoas que circulam entre trabalho, universidade, comércio e compromissos do dia a dia. Nos horários de pico, percursos que seriam rápidos passam a exigir planejamento.

A concentração do tráfego em vias estratégicas, especialmente nos acessos entre o Centro, o Norte da Ilha e bairros com alta circulação de moradores e estudantes, faz com que o tempo perdido no trânsito se torne uma variável constante na rotina de quem vive na cidade. O impacto vai além do tempo: afeta a qualidade de vida, o rendimento no trabalho e as escolhas cotidianas de deslocamento.

Nesse contexto, soluções de micromobilidade vêm ganhando espaço em Florianópolis. A Whoosh, multinacional líder em micromobilidade urbana, já opera com mais de 1.300 patinetes elétricas na cidade e ultrapassa 500 mil usuários cadastrados na plataforma. A atuação contempla bairros com alta circulação de pessoas, como Beira-Mar, Agronômica, Trindade, Itacorubi, Jurerê, Canasvieiras e Lagoa da Conceição.

As patinetes são utilizadas principalmente em deslocamentos rápidos do cotidiano, como trajetos até universidades, academias, comércio, orla e conexões entre diferentes modais urbanos. A proposta é oferecer mais praticidade em percursos em que o uso do carro nem sempre representa a alternativa mais eficiente.

Desde o início das operações na cidade, os usuários já percorreram mais de 5 milhões de quilômetros com as patinetes da Whoosh. O impacto também se reflete no meio ambiente: cerca de 232 toneladas de CO₂ deixaram de ser emitidas com a substituição parcial de deslocamentos motorizados.

“Em Florianópolis, observamos que os usuários utilizam as patinetes para cobrir trechos curtos que concentram grande parte do congestionamento ou que o transporte público não atende de forma direta. É nesse ponto que a micromobilidade cumpre um papel relevante na mobilidade urbana da cidade”, destaca Cadu Souza, diretor de operações da Whoosh.

A redução da circulação de veículos em pequenos percursos é um dos efeitos observados com a adoção da micromobilidade, especialmente em regiões de alta movimentação urbana. O modelo acompanha uma tendência crescente de integração entre diferentes formas de transporte, permitindo que os usuários combinem caminhada, transporte público e modais leves em um mesmo trajeto.

Sobre a Whoosh

Whoosh é uma empresa internacional de tecnologia que desenvolve e implementa de forma independente soluções de transporte de micromobilidade, por meio do uso de patinetes. A empresa que gerencia o serviço, também lançou uma escola de condução para garantir a segurança dos usuários. As patinetes da marca são equipadas com o seu próprio módulo Whoosh IoT (Internet of Things), que permite controlar totalmente o estado e as condições do veículo, incluindo bloqueio de velocidade e monitoramento de rotas. Os dados recebidos dos equipamentos permitem a criação de relatórios analíticos sobre micromobilidade, que podem ser de informação muito útil para as autoridades urbanas responsáveis pelo planeamento e desenvolvimento de políticas ambientais das cidades onde a Whoosh opera. Mais informações no https://whoosh.bike/br