O músico, cantor e compositor catarinense André Luiz finalizou as gravações de Alento, seu primeiro álbum autoral, com 14 canções e participações de Ney Matogrosso, Mônica Salmaso e da Orquestra de Cordas de São Petersburgo, da Rússia. O disco chega às plataformas de streaming em novembro, e o show de lançamento será em 17 de dezembro, no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), em Florianópolis, com entrada gratuita.
Em resumo
- Alento tem 14 faixas autorais, com Ney Matogrosso, Mônica Salmaso e 22 músicos da Filarmônica de São Petersburgo.
- O primeiro single é Tudo Vira, com pré-save em breve nas plataformas de streaming.
- O álbum sai em novembro, com sessões presenciais de escuta em Florianópolis e Joaçaba.
- O show de lançamento gratuito será em 17 de dezembro, no TAC, com 14 músicos no palco.
- A masterização foi feita por Fili Filizzola, em Los Angeles.
Quem participa do álbum Alento?
A canção Simples Momento, em dueto com Ney Matogrosso, foi lançada em 2025 para mais de 30 mil pessoas no show de 60 anos da Udesc, na Avenida Beira-Mar, em Florianópolis, espetáculo do qual André foi o diretor musical. No álbum, a faixa teve toda a instrumentação e os vocais regravados e ganhou um novo arranjo de cordas e metais, assinado por Fernando Emboaba. Mônica Salmaso divide com André a faixa Simplesmente Amar. As gravações reuniram músicos catarinenses e 22 integrantes da Filarmônica russa.
Como foram as gravações?
Os ensaios com a banda começaram em abril, e as gravações, a partir de maio, passaram por estúdios no Brasil, na Itália e na Rússia: o Elephant Office, em Governador Celso Ramos (SC); uma faixa gravada em Faenza, na Itália; o Estúdio Vivarte, em Florianópolis, onde foram gravados os pianos; e o The Magic Place, também na Capital, que recebeu quarteto de cordas, metais, madeiras, quarteto vocal e percussões, em paralelo às gravações à distância com a orquestra de São Petersburgo. A participação de Mônica Salmaso foi registrada no Estúdio Arsis, em São Paulo. A direção musical é de David Toledo, a mixagem de Allan Heller e a masterização de Fili Filizzola, em Los Angeles.
Sobre o que fala o disco?
As canções foram compostas principalmente a partir da pandemia e falam de memórias, afetos, despedidas, reencontros, amadurecimento e da beleza das coisas simples, com sonoridade ligada ao orgânico, ao acústico e ao silêncio. A faixa-título foi composta em 2023, a convite do 13º Festival Fiato al Brasile, em Faenza, a partir de notícias sobre enchentes em diferentes territórios, como Santa Catarina (especialmente a situação do povo Laklãnõ-Xokleng, no Vale do Itajaí), o Rio Grande do Sul e a própria Faenza.
“São muitas referências da música brasileira e de diferentes artistas, mas todas entrelaçadas pela minha própria forma de compor, minhas experiências e maneira de enxergar o mundo. Existe também uma abertura para a música de concerto, principalmente nos arranjos de cordas, que ampliam algumas dessas paisagens sonoras, como na faixa-título. É um álbum muito ligado à escuta com calma e aos detalhes, percebendo as pequenas coisas que acontecem entre uma canção e outra, nos arranjos, nas vozes e nos instrumentos”, conta o artista.
As 14 faixas são: Simplesmente Amar, Ser Mais, Tudo Vira, Quem Diria, Nunca Mais, No Seu Ladinho, Simples Momento, Meu Ex-Amor, É Preciso Ter Paciência, Corre Chuva, Cada Querer, Acabou, Zigue-Zague (Pra Viver) e Alento.
Quando e onde será o lançamento?
O pré-lançamento começa em novembro, com o single Tudo Vira, a música mais recente de André, composta pouco antes do início das gravações, e com sessões presenciais de escuta em Florianópolis e Joaçaba. O álbum completo também sai em novembro, com tiragem de CDs e, futuramente, de vinil. O show de lançamento será em 17 de dezembro, no Teatro Álvaro de Carvalho, palco que nesta temporada também recebe a final do Concurso de Composição Musical Santa Catarina 500 Anos. Estarão no palco os 14 músicos que participaram das gravações, e haverá uma conversa com o público ao final.
O projeto é uma produção da Ombu Produção, realizado por meio do Programa de Incentivo à Cultura (PIC), da Fundação Catarinense de Cultura, com patrocínio de Baterias Pioneiro, Scherer Autopeças, Francisco Lindner S/A Indústria Comércio e Bistek Supermercados.
Quem é André Luiz?
Compositor, cantor, pianista, diretor musical e produtor de Herval d’Oeste (SC), André Luiz tem 30 anos e compõe desde os 12. Formou-se em Música pela Udesc em 2023. Em 2026, foi compositor convidado e coorganizador da 15ª edição do Festival Internacional Fiato al Brasile, em Faenza, onde também se apresentou como solista, e foi solista do espetáculo “Clube da Esquina”, com a Orquestra Brasileira, em duas apresentações lotadas no CIC. Participa do Fiato al Brasile desde 2018 e idealiza e coordena o festival “NA TEIA – Artes Integradas Autorais” desde 2017. Recebeu o Prêmio de Reconhecimento por Trajetória Cultural Aldir Blanc SC (2020) e participou da abertura do 53º Festival Música Nova – Gilberto Mendes como tenor do Madrigal Udesc (2020).
Serviço
- O quê: show de lançamento do álbum Alento, de André Luiz
- Quando: 17 de dezembro de 2026
- Onde: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), Florianópolis
- Entrada: gratuita
- Streaming: álbum em novembro; primeiro single, Tudo Vira
- Mais informações: ombuproducao.com/alento | André Luiz no Spotify | Instagram @souandreluiz



