Estudantes de Artes Cênicas da UFSC estreiam peça durante manifestação na ponte Pedro Ivo Campos

GeralEstudantes de Artes Cênicas da UFSC estreiam peça durante manifestação na ponte...

Exposição Desejo de Flávia Fernandes abre em 1º de outubro na Fundação Cultural Badesc

Instalação “Desejo”, de Flávia Fernandes, abre em 1º/10 às 19h na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; visitação gratuita até 25/11.

PIB The New College traz formação de CEOs e empreendedores a Florianópolis em 2027

PIB The New College abre unidade em Florianópolis no Hub Primavera (SC-401), com bacharelado em Administração a partir de fevereiro/2027 e 50 vagas na primeira turma.

MuyCinema 2026: cinema uruguaio e curtas catarinenses gratuitos no CIC de 30/09 a 03/10

8ª Mostra de Cinema Uruguaio – MuyCinema no CIC (Florianópolis), de 30/09 a 03/10, com longas uruguaios, curtas da MuySC e sessão infantil; entrada gratuita.

Orsegups e CASACOR SC firmam parceria de segurança para edição 2026 em Florianópolis

Orsegups opera segurança e asseio na CASACOR SC Florianópolis 2026, de 27/09 a 08/11 no Saco Grande, com vigilância, câmeras e reconhecimento facial.

Compartilhe

Estudantes da turma de Processos Criativos do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) encenaram na última terça-feira, 18, a peça “O Último Godot”, pela primeira vez no Brasil. A encenação ocorreu sobre a ponte Pedro Ivo Campos, em meio à manifestação pelo transporte público, que reuniu cerca de 10 mil pessoas e interditou as duas pontes de acesso a Florianópolis. O grupo teatral deve se apresentar novamente no protesto desta quinta-feira, 20, em frente à Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc).

A peça é uma homenagem aos 60 anos de estreia de “Esperando Godot”, de Beckett (1906 – 1989), encenada pela primeira vez em 1953 no Théâtre de Babylone, em Paris. “É uma peça de cunho político, apresentada no contexto certo e na hora certa”, diz a professora da disciplina, Dirce Waltrick do Amarante. A encenação também levanta a questão da crise da arte e a morte do teatro, que renasce como teatro de rua. “A peça requer uma performance do público, e as pessoas reagiram muito bem”, conta.

Orientado pela professora Dirce Waltrick do Amarante, o grupo é formado pelos estudantes:Eduardo Stahelin, Lindson Mühlmann,Jacqueline Kremer,Robson Walkowski,Priscila de Souza Serafim,Anderson Luis de Souza,Giovana Ursini, Ivi Louise Horst e José Oliveira.