Cinco filmes catarinenses são selecionados a Rede Sesc de Cinema em 2015

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Cinco filmes produzidos em Santa Catarina foram selecionados para circular na Rede Sesc de Cinema em 2015, projeto de difusão e valorização da produção cinematográfica catarinense e do Sul do país: o longa-metragem documentário “Brasil Orgânico”, de Kátia Klock e Lícia Brancher; os curtas-metragens “Versos da Ilha”, de Daniel Choma; “Dona Bilica – Naquele Tempo”, de Renato Turnes; “Beijos de Arame Farpado”, de Marco Martins; e o curta infantil “Taí ó, uma aventura na Lagoa”, de Mauricio Venturi.

Pelo segundo ano consecutivo, a iniciativa seleciona audiovisuais produzidos na região Sul e promove a circulação através de exibições gratuitas em mais de 30 cidades de Santa Catarina. Estão previstas a realização de Mostras e aproximadamente 460 sessões de cinema, dentro da programação cultural das unidades do Sesc, também em escolas e centros comunitários. Foram adquiridos os direitos de exibição das obras pelo período de dois anos.

Confira as sinopses dos filmes selecionados: 

“Brasil Orgânico”, de Kátia Klock e Lícia Brancher

(Florianópolis / 2013 / documentário / 60min / Produtora: Contraponto)

Documentário sobre a cadeia de alimentos orgânicos, do produtor ao consumidor. Uma viagem pelos biomas brasileiros contando histórias de pessoas que tem na agricultura, na pecuária ou no extrativismo sustentável o se modo de vida.

“Versos da Ilha”, de Daniel Choma

(Florianópolis / 2013 / curta documentário /13min / Produtora: Câmara Clara)

Memórias femininas sobre uma ilha em descobrimento. O tempo em movimento expresso nas cantigas de roda, versos de ratoeira, narrativas e gestos de simpáticas rendeiras. Elas têm em comum o ofício da Renda de Bilros, uma arte do fazer que há gerações é passada de mãe para filha. Entre linhas, bilros e lembranças, faz-se a trama dos cantos e encantos da cultura ilhoa. Vídeo resultante das Oficinas Audiovisuais InterGerações, realizadas em Florianópolis-SC.

“Dona Bilica – Naquele Tempo”, de Renato Turnes

(Florianópolis / 2014 / curta documentário / 25min)

Dona Bilica é uma personagem que representa a autêntica cultura açoriana do litoral catarinense. Vinte anos após sua criação a atriz Vanderléia Will vai ao encontro de antigos moradores da Ilha de Santa Catarina com o objetivo de recolher material para a montagem de um novo espetáculo. Naquele Tempo – o documentário – retrata o processo através do qual esses encontros se transformaram num espetáculo teatral que celebra a memória de uma cultura ameaçada de extinção.

“Beijos de Arame Farpado”, de Marco Martins

(Florianópolis / 2009 / ficção / 15min / Produtora: Vinil Filmes)

Um assaltante de segunda linha reencontra o amor de sua vida, Cacos-de-Vidro. Cacos, muambeira estonteante, retorna de uma temporada de insucessos no Paraguai. Juntos iniciam uma série de crimes e logo se transformam em queridinhos da imprensa marrom. Fonseca e Pacheco, dois policiais decadentes, precisam capturá-los e reestabelecer a ordem no país.

“Taí ó, uma aventura na Lagoa”, de Mauricio Venturi

(Florianópolis / 2014 / ficção / infantil / 15min / Produtora: Contraponto)

João, um garoto de 11 anos, foge de casa e vai em busca de sua avó, conhecida como uma bruxa na Costa da Lagoa. No caminho ele conhece Zé, um menino nativo que será o seu parceiro e guia nesse desafio. Os dois iniciam uma amizade em uma aventura repleta de descobrimentos pela Lagoa da Conceição, reduto das lendas da Ilha de Santa Catarina.