Resultado do exame feito no pescado de Florianópolis deve sair em 20 dias

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No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

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Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

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A Prefeitura de Florianópolis fez nesta quinta-feira, 5, a primeira ação do ano da operação DNA do Pescado – que  verifica, por amostragem, se a espécie de pescado disponível no mercado corresponde exatamente à espécie anunciada. A ação fez parte da Operação Presença.

Acompanhado de fiscais do Procon, o coordenador do projeto, Tiago Frigo, coletou amostras nos maiores supermercados e peixarias de Florianópolis, com a intenção de fiscalizar fraudes e substituições de pescados vendidos na cidade.

Até o fim da manhã desta quinta feira, foram recolhidas 15 amostras.  Nesta primeira ação, serão recolhidas no total 50 amostras de peixes vendidos como sendo bacalhau, que serão enviadas para o laboratório Myleus, de Minas Gerais.  As análises apontarão se as amostras coletadas são das espécies gadus morhua, gadus macrocephalus e gadus ogac, as únicas que podem ser consideradas como bacalhau autêntico.

A última ação, realizada na Páscoa de 2014, apontou que, das amostras coletadas, 40% não correspondiam à espécie que estava sendo vendida.  Para Tiago Frigo, que é engenheiro de aquicultura, este resultado é bastante alarmante. “A fraude no comércio de pescado em Florianópolis está atingindo um nível muito alto, exigindo a continuidade desta política inovadora, até para evitarmos novas fraudes e melhorar a qualidade do serviço prestado à população”, disse.

O laudo das análises estará disponível em 21 dias e os estabelecimentos autuados serão multados pelo Procon municipal. Outras ações do DNA do peixe estão previstas para acontecer no decorrer do ano, em parceria com a FAPEU/UFSC.

Projeto pioneiro

O projeto DNA do Peixe – desenvolvido na Prefeitura de Florianópolis – é um trabalho pioneiro no Brasil, tendo sido exposto em conferências pelo país e publicado em revistas de renome mundial, como a revista inglesa Food Control.