Eleições 2022: ACATE e entidades nacionais pedem políticas públicas para qualificação profissional 

TecnologiaEleições 2022: ACATE e entidades nacionais pedem políticas públicas para qualificação profissional 

IRONMAN 70.3 Florianópolis: atletas da elite feminina falam sobre a primeira prova só de mulheres às vésperas da largada

Na coletiva deste sábado (17), em Jurerê Internacional, Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Mikelle Coelho e as francesas Julie Iemmolo e Léa Riccoboni falaram sobre visibilidade e estratégia para a prova de domingo (18), que larga às 5h45.

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

LIDE SC em São José: Décio da Silva, da WEG, detalha governança familiar e defende separar acionista e executivo

No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

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Além da preocupação em capacitar setor de tecnologia, manifestos da ASSESPRO e ABES pedem a candidatos à Presidência medidas para fomentar empreendedorismo e contratação de pessoas

Referência no ecossistema brasileiro, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) assinou dois manifestos nacionais endereçados aos candidatos à Presidência. A entidade endossou as demandas por políticas públicas voltadas à inovação elaboradas pela Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (ASSESPRO) e Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES). Segundo o Vice-presidente de Relacionamento da ACATE, Diego Brites Ramos, a ACATE entende seu papel como entidade representativa e reconhece a necessidade de reivindicar uma agenda político-regulatória para que o setor de tecnologia cresça ainda mais nos próximos anos.  

“Estamos conectados com as demandas nacionais  e reconhecemos a importância dos pontos levantados pela ABES e ASSESPRO. No Estado, elaboramos nossa própria pauta aos candidatos ao governo e percebemos que o movimento nacional só fortalece a necessidade em investimentos voltados à inovação e infraestrutura, estímulo à capacitação de profissionais e melhorias regulatórias”, completa Ramos. O documento elaborado pela ACATE para candidatos ao governo do Estado está disponível na íntegra no site da entidade.

Qualificação profissional

As duas entidades nacionais e a ACATE priorizam a necessidade de melhorias na capacitação de profissionais para suprir o déficit no setor. A previsão da associação catarinense é que até 2023 sejam geradas 16,6 mil novas vagas em tecnologia só no Estado. Relatório da Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação)  calcula que mais de 530 mil novos postos de trabalho sejam criados no Brasil no setor até 2025.

De acordo com o Manifesto ASSESPRO aos Presidenciáveis, a federação pede avanços na educação. Uma das preocupações da entidade que representa mais de 2,5 mil empresas do setor de TI e inovação no país é o fortalecimento dos ensinos superior e técnico profissionalizante nos cursos nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática. 

No mesmo tema, entre outras demandas, o documento Contribuições aos Programas Eleitorais e de Governo 2023-2027 da ABES pede a elaboração e implementação de um agressivo programa de qualificação profissional em TIC. A ABES representa mais de 2 mil empresas no Brasil. 

Mudanças regulatórias

As entidades destacam ainda a importância de uma revisão nas regulamentações para desburocratizar a inovação e tornar o Brasil mais competitivo com o mercado internacional. Um dos pontos é o aperfeiçoamento do Marco Regulatório das Startups e uma reforma tributária diferenciada que permita mais investimentos em inovação e a regulamentação do teletrabalho. Além desses pedidos, há demandas para acelerar a transformação digital no Brasil e facilitar o acesso ao crédito. 

A ASSESPRO compreende ainda como necessárias políticas públicas relacionadas a  um marco regulatório inaugural sobre desenvolvimento e uso de tecnologias de Inteligência Artificial no Brasil; acesso à crédito e prestação de garantias para as empresas do setor de TI; desenvolvimento de startups e capital empreendedor; Governo Digital; combate à propagação de fake news; e um tratamento diferenciado dos setores intensivos em capital humano em uma futura Reforma Trabalhista. 

Enquanto isso, a ABES destaca a importância da  execução de uma agenda político-regulatória, nos próximos 4 anos, pautada pela convergência de seus quatro eixos temáticos: Economia; Estado e Cidadania; Dados, Novas Tecnologias e Convergência Digital; Integração Internacional. 

“Os pontos que as entidades demandas convergem com as necessidades do setor. É importante que as políticas públicas sejam consistentes e continuadas para que a tecnologia no Brasil se fortaleça a longo prazo”, explica Ramos. Diego Ramos - VP de Relacionamento da ACATE e Italo Nogueira - Presidente da ASSESPRO.jpeg

Diego Ramos, VP de Relacionamento da ACATE, e Italo Nogueira – Presidente da Assespro Nacional