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sexta-feira, julho 1, 2022
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Seminário em Florianópolis discute ações para impulsionar política cultural

Seminário em Florianópolis discute ações para impulsionar política cultural

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Nos dias 26 e 27 de setembro, no Centro de Cultura e Eventos, a Secretaria de Cultura e Arte reúne representantes de todos os centros e entidades da UFSC para pensar papel da universidade na promoção da cultura. I Seminário de Cultura da UFSC vai elaborar um plano para o setor

Como a universidade pública pode impulsionar a cultura no âmbito da sua comunidade, cidade, Estado ou País? Essa e outras questões relacionadas à política cultural universitária serão debatidas nos dias 26 e 27, no Centro de Cultura e Eventos, durante o I Seminário de Cultura da Universidade Federal de Santa Catarina, que vai reunir representantes de todos os centros de ensino, entidades representativas e gestores culturais em nível nacional, estadual e municipal. Realizado pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e Comissão Permanente de Cultura, o Seminário vai dar subsídios para a elaboração de um plano institucional de fomento ao setor.

A secretária de Cultura e Arte, Maria de Lourdes Borges, convida a participarem do seminário todos os professores, estudantes e funcionários da UFSC que compreendem a importância da cultura e da arte caminharem integradas à ciência em uma universidade. O evento abre na segunda-feira (26) nas salas do Bosque da Ilha com o painel “A cultura na UFSC”. Participam integrantes da SeCArte, Apufsc, Sintufsc, Centros de Ensino, Diretório Central dos Estudantes e Comissão Permanente de Cultura, órgão de representação democrática instalado no dia 8 de junho pela Secretaria para fomentar as ações na área. Das 14h30 às 17h30, os seminaristas farão um diagnóstico do que se realiza de política cultural hoje na UFSC e o que se entente como cultura dentro da universidade.

Na noite do dia 26, às 18 horas, a discussão se amplia a partir da realização do debate sobre Culturas Públicas, que terá o pronunciamento do Ministério da Cultura, Fundação Catarinense de Cultura e Fundação Franklin Cascaes. “Vamos fazer uma discussão de fundamental importância para compreendermos o ponto de articulação entre a política cultural da UFSC, a política nacional, estadual e municipal da área”, salienta a secretária. Pelo Ministério da Cultura virá o coordenador-Geral de Acompanhamentos de Política Cultural Rafael Pereira Oliveira; o Governo do Estado será representado pelo presidente da FCC Joceli de Souza e o presidente da Fundação Franklin Cascaes e secretário da Educação de Florianópolis Rodolfo Joaquim Pinto da Luz falará pelo município.

Na terça-feira (27), o seminário prossegue com a realização dos Grupos de Trabalho das 14 às 16 horas sobre cinco temas mais emergentes: Financiamentos dos Projetos Culturais; Discussão dos Espaços Culturais da UFSC; Comunidade, Arte e Cultura; Educação, Arte e Cultura; Tecnologia, Arte e Cultura. As propostas elaboradas pelos grupos serão apresentadas às 17 horas, em Plenária. “Vamos pensar de que maneira a cultura pode ser fomentada, disseminada, divulgada, quais os mecanismos já temos e quais devemos criar para que UFSC seja de fato um espaço promotor de cultura em Florianópolis e no Estado”, explica o coordenador do Curso de Artes Cênicas da UFSC, Fábio Salvatti, que integra a Comissão Permanente de Cultura.

O evento encerra na noite do dia 27, com um debate das 19 às 22 horas sobre Cultura e Universidade, em que se abordará o conceito da universidade como fomentadora de cultura. Participam especialistas com pesquisa teórica sobre o tema e atuação prática institucional: Alfredo Manevi (CCE UFSC), que foi secretário geral do Ministério de Cultura do governo Lula e hoje é professor do Curso de Cinema da UFSC; Cláudio Prado (do Laboratório Brasileiro de Tecnologia Digital) e Atílio Alencar de Moura Corrêa (do Circuito Fora do Eixo). A ideia é que na conclusão do seminário a Comissão de Cultura esteja plenamente subsidiada para pensar em um plano de Ação mais permanente para a UFSC. “Para que cultura não seja refém de ações muito temporárias e que seja encarada como processo acadêmico de ensino pesquisa e extensão integrante da pratica diária da universidade”, complementa a secretária.

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