A advocacia do futuro  

TecnologiaA advocacia do futuro  

Joaquina ganha passarela de madeira sobre as dunas, com rampa a partir do estacionamento

Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

Avenida da Saudade, no Itacorubi: pedestres e ciclistas passam a usar desvio pelo aterro a partir desta sexta

Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

Ciclo do Divino 2026 fecha neste domingo no Rio Vermelho, com 15 comunidades

Encerramento na Igreja de São João Batista reúne as comunidades festeiras da Capital; a procissão sai às 15h e o rito de fechamento está previsto para as 16h30.

Carnaval 2027 em Florianópolis: Luísa Sonza, Kevin O Chris e Dazaranha estão entre as atrações

Prefeitura e Hit Makers anunciam com quatro meses de antecedência a programação do Carnaval de Rua, de 6 a 9 de fevereiro, em nove arenas pela cidade.

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*Sérgio Cochela  

A advocacia do futuro já é uma realidade, diante das novas opções de tecnologia que o mercado jurídico vem absorvendo nos últimos anos, seja por meio da criação de softwares para atuar diretamente na área ou, por recursos que permitem uma análise de dados mais ampla para a melhoria dos processos.  

Desde a pandemia, em 2020, o advogado tem se deparado com novas opções de trabalho, como um seu escritório virtual, exercendo a prática do home office ou anywhere office, acompanhando as audiências ou conversando com o seu cliente de forma online, podendo assinar, inclusive, contratos de forma digital. 

Mas, além dessas questões práticas que se tornaram quase que obrigatórias por conta de uma demanda mundial, inúmeras tecnologias jurídicas estão acompanhando o mercado e sendo desenvolvidas para trazer ainda mais facilidade ao advogado, que hoje pode acompanhar os processos pelo celular, fazer a gestão financeira por um software, monitorar as intimações sem nem precisar sair do escritório. 

Muito além disso, vale destacar que o jurídico tem abraçado tendências que até então não se cogitava no segmento, como, por exemplo, a estratégia de Legal Design, uma abordagem focada no uso de recursos de experiência do usuário e design para a criação de produtos jurídicos. 

Inclusive, a Escola Corporativa do STJ promoveu a formação de facilitadores em Resolução Criativa de Desafios e Design Thinking, e fez uso dessa nova competência para conceber estratégias inovadoras nos desafios da instituição.   

É importante ressaltarmos que todas essas possibilidades estão vindo em duas frentes, tanto para departamento jurídico quanto para advogados que atuam escritórios de advocacia. Ou seja, é cada vez mais imprescindível que o advogado, independentemente de onde atue, esteja não só atento à essas transformações como utilize-as.  

A integração da tecnologia na rotina de trabalho, com a utilização de aplicativos para gestão de tempo e diligências, softwares de gestão, serviços na nuvem para o armazenamento e ferramentas para pesquisa e decisões judiciais, se adequam tanto às necessidades do advogado, quanto do cliente que também espera ser atendido pelo melhor profissional do mercado. 

*Sérgio Cochela – Diretor Executivo da Vertical Legaltech da Softplan.