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sábado, outubro 16, 2021
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A nova vida do seu Luiz no residencial da Ponta do Leal

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A nova vida do seu Luiz no residencial da Ponta do Leal

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Você já se imaginou morando em uma palafita à beira-mar, sem condições mínimas de saneamento básico, sem instalação correta de energia elétrica, vivendo com riscos de acidentes e infraestrutura precária? Não né. Pois essa era a vida do seu Luiz Derli Córdova, de 57 anos, e de sua companheira, que assim como outras famílias, residiam nos casebres da Ponta do Leal, no Balneário Estreito, região continental de Florianópolis. Mas agora, nove meses após a mudança desses moradores para o condomínio que leva o mesmo nome da comunidade, a vista que o seu Luiz contempla diariamente está bem diferente.

Enquanto ele morava na palafita, criou muitas memórias. Mas não quer mais saber da antiga vida. Agora, em seu apartamento que tem dois quartos, sala, cozinha, banheiro e até churrasqueira, o sorridente senhor demonstra felicidade e orgulho ao mostrar os cômodos. Afinal, não é apenas um local onde ele mora, é o lugar que enfim, ele pode chamar de lar. Na sacada, o seu luiz cultiva um pequeno jardim e reserva algumas tarde para olhar o mar.

“Antes ali tu olhava o mar e tinha muito lixo e muita imundície. Agora você olha, está tudo lindo, limpinho, aparecendo as pedras. Não dá saudade não. Aqui está ótimo, o tamanho, espaço. Eu tenho o meu jardinzinho, como eu tinha lá, né. Mas aqui é bem melhor, tem mais segurança, mais espaço, estou muito feliz,” relembrou Luiz.

Sobre o residencial

O residencial, localizado na rua XV de Novembro, na Ponta do Leal, bairro Balneário, no Continente, é o segundo empreendimento habitacional de interesse social do programa do governo federal Minha Casa Minha Vida a ser concluído em Florianópolis. O custo, estabelecido pelo Ministério das Cidades, foi de 64 mil reais por unidade. São 5.946,13 metros quadrados de área construída, composto de quatro blocos de apartamentos de quatro pavimentos, área de estar com bancos e playground.

Três blocos têm 24 apartamentos, cada, e um bloco tem 16 apartamentos. As unidades são iguais em tamanho: 58 metros quadrados dispostos, contendo dois quartos, banheiro, sala, cozinha, área de serviço e sacada com churrasqueira. A Prefeitura foi a responsável pelo projeto e pelo cadastro e seleção das famílias beneficiadas, levando em conta critérios definidos pelo próprio Programa Minha Casa Minha Vida e, no caso de Florianópolis, pelo Conselho Municipal de Habitação.

 

 
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