Autora catarinense lança livro ”Carne Falsa” na Fundação Cultural Badesc nesta quinta-feira

VariedadesAutora catarinense lança livro ''Carne Falsa'' na Fundação Cultural Badesc nesta quinta-feira

Roda de Timbau Floripa tem oficina gratuita com María Paz neste sábado (26)

Oficina gratuita de timbau com a percussionista chilena María Paz neste sábado (26), das 15h às 16h45, no Instituto Arco Íris, Centro de Florianópolis.

Exposição Movimento Nara Evangeline de Renata Gordo abre em 8 de outubro em Florianópolis

Renata Gordo inaugura “Movimento Nara Evangeline” em 8/10 na Galeria Pedro Paulo Vecchietti, no Centro de Florianópolis, em diálogo com Nara Guichon.

Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis começa com ação para 45 mil alunos

Mostra das Escolas abre a 25ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis nesta sexta (25); meta de mais de 45 mil alunos com sessões gratuitas.

Festival Som em Movimento encerra circuito 2026 no Shopping Itaguaçu neste sábado (26)

Última etapa do Festival Som em Movimento, do SESI CULTURA/SC, é sábado (26), às 15h, na praça de alimentação do Shopping Itaguaçu, em São José; entrada gratuita.

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Será lançado nesta quinta-feira,11, o livro de estreia da escritora Patrícia Galelli. “Carne falsa” (Editora da Casa, 86 páginas, R$ 25) apresenta 50 narrativas breves – às vezes, de uma linha –, escritas de 2007 a 2013, que surpreendem pela estranheza com que a autora de 24 anos trata assuntos clássicos da literatura: o amor, o sexo, o medo e a morte. O evento ocorre às 19h na Fundação Cultural Badesc.O evento é gratuito.
De acordo com a autora, o livro não tem nada de confessional, de intimista ou de biográfico. Ao contrário, traz fragmentos do “tempo esquartejado” do século XXI, com ironia e tensão. São relatos da fala coletiva. Com humor, ela explicita: “vou juntando coisas de maneira desastrada, aprendendo a viver com a vida dos personagens. Se eu pudesse, pagaria tratamento psiquiátrico para todos eles”.
BIOGRAFIA

Patrícia Galelli nasceu em Concórdia, no Meio Oeste de Santa Catarina, e trouxe do jornalismo – é formada em Comunicação Social pela Universidade do Contestado – a observação investigativa e crítica. Sua escrita cortante, espécie de “faca de desossa” para descobrir novas formas de narrar o cotidiano e as situaçõeslimite, foi refinada numa série de oficinas de escrita criativa.

Entre suas leituras, além de Tchekhov, Machado e Borges, figuram os livros “A paixão segundo G.H.” (Clarice Lispector) e “Um copo de cólera” (Raduan Nassar) e a prosa dos portugueses António Lobo Antunes, Gonçalo Tavares e Valter Hugo Mãe. “Carne falsa” se situa no chamado ‘campo expandido’ das artes, porque dialoga com cinema, artes visuais e teatro – e um dos contos, “Marquise”, tornou-se um samba na composição de Alegre Corrêa.