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segunda-feira, setembro 20, 2021
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Clube de viagens SBTur, com sede em Florianópolis, passa a se chamar Viajar Faz Bem

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Clube de viagens SBTur, com sede em Florianópolis, passa a se chamar Viajar Faz Bem

 

Há 23 anos no mercado, mudança marca evolução da empresa de turismo para uma empresa de tecnologias para viagens

 

Na contramão do movimento econômico vivido pelo setor de turismo no Brasil, a SBTur chega aos 23 anos em 2021 vivendo um momento muito especial. Estabelecida como clube de viagens que ajuda as pessoas a guardarem dinheiro para viajar, em que o modelo de negócio permite pagamento recorrente, a empresa de origem catarinense e hoje espalhada pelo Brasil anuncia uma importante mudança: a partir de junho ela se chamará Viajar Faz Bem, algo intrínseco à sua essência. Essa nova fase também inclui investimento de R$ 5 milhões no desenvolvimento de uma nova plataforma tecnológica e em times de produto e tecnologia. A expectativa é concluir 2021 com faturamento de R$ 50 milhões.

 

Segundo Leandro Freitas, CEO da SBTur Viajar Faz Bem, a transformação da SBTUR em Viajar Faz Bem segue a máxima da evolução de uma empresa de turismo clássica para uma empresa de tecnologia para viagens. "Nossos clientes terão à sua disposição, em um só lugar e de forma simples, todo o necessário para a sua melhor experiência turística. Queremos que nosso cliente invista seu tempo escolhendo seu próximo destino, o restante nós resolvemos, sempre com muita qualidade", avalia.

 

Uma das principais diferenças da nova Viajar Faz Bem é a facilidade. Nessa dinâmica de clube, o cliente paga um mês e já pode viajar, sem carência. Isso foi essencial para a manutenção do modelo de negócio da empresa neste período duro de restrições vivido pelos brasileiros. Afinal, com receita recorrente e um alto tempo de permanência dos clientes, como a percepção de valor do Clube pelo público possibilitou que eles mantivessem seus planos de viajar sem impactos com remarcações, reembolsos e outros transtornos. 

 

"Duas medidas foram importantes nesse período: primeiro, manter o foco na visão de longo prazo que tínhamos, com a virada de produto e marca e a ampliação dos benefícios do Clube para os clientes. A segunda, foi o foco total na retenção dos nossos clientes, fazendo o máximo esforço para que permanecessem conosco mesmo nesse período difícil. O resultado foi a rotatividade mais baixa que tivemos nos últimos anos", explica Freitas. 

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