Construtora do Paraná desiste das obras na Ponte Hercílio Luz

GeralConstrutora do Paraná desiste das obras na Ponte Hercílio Luz

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Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

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Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

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A Construtora Roca, do Paraná, que negociava com o governo catarinense a realização da etapa inicial da reforma da Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, desistiu de assumir o compromisso. A informação foi confirmada pela reportagem do DeOlhoNaIlha na manhã desta quarta-feira, 28, com a secretaria de Infraestrutura do Estado, que informou também que o governo já começou a busca por uma empresa para executar o serviço. Em novembro do ano passado, a empresa TDB-Projetos, do Espírito Santo, também desistiu da assinatura do contrato.

Os motivos específicos para a desistência não foram informados pela asssessoria de Infraestrutura. A empresa Roca foi procurada, mas ninguém estava autorizado a falar sobre o caso. A empresa capixaba, que em novembro de 2014 também desistiu do serviço, alegou que a modalidade de contrato não oferecia segurança para a execução de uma obra de tamanha complexidade. 

Para a execução desta primeira parte da obra, que gerou a desistência das duas empresas em três meses, não há necessidade de licitação pois a contratação ocorre na modalidade emergencial. A empresa contratada terá um prazo de 6 meses para concluir a primeira parte da reforma que consiste em terminar a estrutura que vai garantir a segurança da obra de reforma. É a fase chamada “ponte segura”, com contrato de cerca de R$10 milhões.

Licitação Internacional

Paralelamente o governo catarinense prepara uma licitação internacional para a escolha da empresa que vai tocar o restante da obra de revitalização da ponte. O objetivo é deixá-la pronta para a passagem de veículos para que a ponte seja, além de um cartão postal para a cidade um auxilio na mobilidade urbana.

Sua abertura para o trânsito permitira a passagem de cerca de 20 mil carros por dia, desafogando um pouco do movimento que hoje fica concentrado apenas nas duas pontes de acesso à Ilha.

Hoje passam cerca de 170 mil veículos por dia nas pontes Colombo Salles e Pedro Ivo.