Florianópolis cumpre parcialmente a lei federal dos professores

EducaçãoFlorianópolis cumpre parcialmente a lei federal dos professores

Roda de Timbau Floripa tem oficina gratuita com María Paz neste sábado (26)

Oficina gratuita de timbau com a percussionista chilena María Paz neste sábado (26), das 15h às 16h45, no Instituto Arco Íris, Centro de Florianópolis.

Exposição Movimento Nara Evangeline de Renata Gordo abre em 8 de outubro em Florianópolis

Renata Gordo inaugura “Movimento Nara Evangeline” em 8/10 na Galeria Pedro Paulo Vecchietti, no Centro de Florianópolis, em diálogo com Nara Guichon.

Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis começa com ação para 45 mil alunos

Mostra das Escolas abre a 25ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis nesta sexta (25); meta de mais de 45 mil alunos com sessões gratuitas.

Festival Som em Movimento encerra circuito 2026 no Shopping Itaguaçu neste sábado (26)

Última etapa do Festival Som em Movimento, do SESI CULTURA/SC, é sábado (26), às 15h, na praça de alimentação do Shopping Itaguaçu, em São José; entrada gratuita.

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O jornal "Folha de S. Paulo" publicou nesta terça-feira, 13, que Florianópolis é uma das 11 capitais brasileiras que não cumpre integralmente a chamada Lei dos Professores, de abrangência nacional. A informação foi confirmada pela reportagem do DeOlhoNaIlha, em consultas à Secretaria Municipal de Educação e ao Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Sintrasem).

Florianópolis cumpre apenas parcialmente a lei, já que paga R$ 1.723,7 de salário base aos professores, mais que o piso nacional (R$ 1.567), mas não concede a jornada extraclasse mínima a todos eles. Este período fora das salas de aula deve ser concedido para que os professores possam preparar atividades, por exemplo.

As outras 10 capitais em que não o cumprimento integral ocorre são Belém, Campo Grande, Cuiabá, Maceió, Manaus, Natal, Recife, Salvador, São Paulo e Vitória.

O Sintrasem informa que foi feito um acordo coletivo com a Secretaria de Educação da Capital, onde ficou estabelecida a implementação gradual da hora-atividade até 2015.

A Assessoria de Comunicação da Secretaria de Educação de Florianópolis afirmou que a não implementação imediata de todo o benefício deve-se ao fato de que a prefeitura precisa contratar outros profissionais para substituir aqueles que estão fora da sala de aula. A assesoria informa, ainda, que nos anos finais, professores e especialistas em assuntos educacionais (Orientador, Supervisor e Administrador Escolar) já tinham, desde 1987, pelo estatuto do magistério, 30% de sua jornada de trabalho para hora-atividade. Isto perfaz 46% de todos os profissionais da Educação.