Reportagem do jornal de Brasília destaca a Ilha da Magia como destino de quem busca qualidade de vida, inovação e mar no mesmo município
Florianópolis voltou a aparecer com destaque na imprensa nacional. Em 10 de setembro de 2026, o Correio Braziliense publicou reportagem de Maura Pereira que apresenta a capital catarinense como cidade em que tecnologia, turismo e rotina de praia cabem no mesmo dia a dia.
O texto, na editoria de Cidades e Turismo, descreve a Ilha da Magia — cerca de 537 mil habitantes e IDH de 0,847, o maior entre as capitais brasileiras segundo o IBGE citado na matéria — como lugar associado à qualidade de vida e ao ecossistema de inovação.
Tech que pesa no PIB
A reportagem lembra que a limitação geográfica afastou a grande indústria e empurrou Floripa para a economia do conhecimento. A Celta, primeira incubadora de tecnologia do Brasil, nasceu aqui em 1986. Quase quatro décadas depois, o setor de tecnologia responde por 25% do PIB municipal e emprega cerca de 38 mil pessoas, números trazidos pelo Correio.
Em 2024, a Lei Federal nº 14.955 reconheceu Florianópolis como Capital Nacional das Startups. A cidade concentra uma das maiores densidades de startups por habitante do país, e o Sapiens Parque, no norte da ilha, é apontado como o maior parque tecnológico de Santa Catarina.
Quando o expediente acaba
Fora do teclado, a matéria lista o que a ilha de 54 km oferece a poucos minutos do centro: Lagoa da Conceição (esportes, noite e dunas), Praia do Campeche (surfe e vista da ilha homônima), Santo Antônio de Lisboa (casario açoriano e ostras), a trilha da Lagoinha do Leste e o Mercado Público, no centro histórico desde 1899.
Floripa também aparece como maior produtora de ostras cultivadas do Brasil, com rancho e limão entre Ribeirão da Ilha e Santo Antônio de Lisboa — programa de fim de semana que o texto trata como quase obrigatório.
Floripa vista de Brasília
O gancho nacional importa porque não é release local: é o Correio Braziliense, de Brasília, enquadrando a capital catarinense como combinação rara de Capital das Startups, natureza e herança açoriana — de Nossa Senhora do Desterro (1673) à Ponte Hercílio Luz. Para quem lê de fora, a mensagem é direta: aqui dá para trabalhar em tech e, no mesmo município, chegar à praia.
Fonte: Maura Pereira, “A ‘Capital das Startups’ atrai brasileiros ao estar entre as melhores para viver onde qualidade de vida e tecnologia dividem espaço com 40 praias”, Correio Braziliense, 10 de setembro de 2026.
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