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quarta-feira, setembro 22, 2021
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Geração de vagas formais de emprego em Santa Catarina caiu 30% em 2014

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Geração de vagas formais de emprego em Santa Catarina caiu 30% em 2014

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Santa Catarina apresentou redução de 30% no saldo de vagas formais de emprego em 2014. Os dados estão na Pesquisa Mensal de Emprego divulgada nesta quinta-feira, 26, pelo Instituto Brasileito de Geografia e Estatistica (IBGE).

De acordo com a pesquisa, a taxa de desocupação no Brasil, em fevereiro foi de 5,9%, subindo 0,6 ponto percentual em relação a janeiro (5,3%) e aumentando 0,8 ponto percentual na comparação com fevereiro do ano passado (5,1%).

A população desocupada (1,4 milhão de pessoas) cresceu 10,2% (mais 131 mil pessoas) em relação a janeiro e 14,1% (mais 176 mil pessoas) comparada a fevereiro de 2014.

Para a Fecomércio SC, a elevação da taxa de desemprego neste mês está fortemente relacionada com a estagnação da economia no último trimestre, a queda dos índices de confiança empresariais e a perspectiva de recessão em 2015.

Também houve queda de -1,41% no rendimento médio real do trabalho em fevereiro, quando comparado com janeiro. Isso é um fator que no futuro pressionará ainda mais a taxa desemprego pois, com menos renda na família, a tendência é que mais pessoas saiam a buscar emprego, algo que nos últimos anos não estava sendo observado.

A população ocupada (22,8 milhões) recuou 1% em relação a janeiro e manteve-se estável frente a fevereiro de 2014. A população não economicamente ativa (19,4 milhões de pessoas) ficou estável frente a janeiro e cresceu 2,3% (mais 443 mil pessoas) frente a fevereiro de 2014.

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,6 milhões) ficou estável tanto na comparação mensal quanto na anual. O rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 2.163,20) caiu 1,4% em relação a janeiro (R$ 2.194,22) e recuou 0,5% comparado a fevereiro de 2014 (R$ 2.174,35). A massa de rendimento médio real habitual (R$ 50,0 bilhões em fevereiro de 2015) caiu 2,5% em relação a janeiro e recuou 1,5% na comparação anual . A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 50,7 bilhões em janeiro de 2015) caiu 19,8% em relação dezembro e recuou 1,4% em relação a janeiro de 2015.

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