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segunda-feira, outubro 18, 2021
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Governo busca empresa para concluir a obra emergencial na Ponte Hercílio Luz

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Governo busca empresa para concluir a obra emergencial na Ponte Hercílio Luz

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Deve ficar pronta em cerca de três meses a licitação internacional que vai definir a construtora responsável pela reforma da Ponte Hercílio Luz. Antes, porém, é necessária a conclusão da etapa inicial da reforma, que consiste na colocação de estruturas que vão garantir a segurança da ponte e das obras de reestruturação. Para esta primeira etapa, cuja a contratação deve ser efetivada em caráter emergencial, com dispensa de licitação, o Governo do Estado busca uma construtora capacitada para desenvolver o serviço.

De acordo com a Assessoria de Imprensa do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) existe o interesse em contar com a Construtora Roca, do Paraná, que já prestou serviços para o governo catarinense em mais de uma ocasião. 

Ainda de acordo com a assessoria do Deinfra, o governo estadual deve contatar pelo menos mais duas empresas para avaliar a melhor alternativa e negociar a realização da obra. A intenção do Governo do Estado é começar a obra o mais rápido possível, mas ainda não existe nenhum prazo estipulado para o recomeço dos trabalhos.

A complexidade do projeto, orçado em cerca de R$10 milhões para esta etapa denominada "Ponte Segura", dificulta a busca por uma empresa, de acordo com o Deinfra. Além do servoço de colocação das estruturas metálicas a empresa terá que realizar trabalhos de mergulhos de até 30 metros de profundidade para fixar a estrutura. 

Rescisão e desistência

No começo desta semana o presidente do Deinfra, Paulo Meller, divulgou a informação que a empresa TBD-Projetos, do Espírito Santo, havia desistido de assinar o contrato para executar a obra emergencial na estrutura da Ponte Hercílio Luz.

Os motivos alegados pela empresa para desistir foram que, diante da complexidade da obra, a empresa poderia sair no prejuízo devido a modalidade de contrato emergencial, que estipula o término da obra em 6 meses. 

A empresa capixaba substituiria a Espaço Aberto, empresa com a qual o Governo do Estado rompeu o contrato em agosto deste ano, por considerar insatisfatório o o ritmo das obras. 

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