Florianópolis, 28 março 2026
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Greve dos caminhoneiros: governador de SC não descarta uso das forças de segurança para intervenção

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Órgãos do governo estadual, como a Polícia Militar, a Secretaria de Agricultura e a Defesa Civil, monitoram as consequências em Santa Catarina da paralisação nacional dos caminhoneiros. No Estado, há pontos de bloqueio em rodovias estaduais e federais. As ações para minimizar os efeitos na população estão se concentrando no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Santa Catarina (Cigerd), inaugurado na semana passada na região continental de Florianópolis.

Após um dia de agendas em Brasília e no Rio de Janeiro, o governador Eduardo Pinho Moreira participou de uma reunião na noite desta quarta-feira, 23, com secretários de Estado e comandantes das polícias para fazer o acompanhamento dos desdobramentos da paralisação. A principal preocupação da administração é com as consequências de um desabastecimento em serviços essenciais para a população.

“Temos problemas na pecuária, de sanidade animal. Há todo um processo muito complexo, como o abastecimento de presídios, entidades e hospitais. Enfim, todas as atividades decorrentes da natureza humana. E nos preocupa muito Santa Catarina. Esperamos uma solução rápida. Mas aquilo que é essencial ao catarinense nós vamos garantir, com certeza”, disse o governador.

Em caso de desabastecimento severo, o governador garantiu que há condições de intervenção, por meio das forças de segurança.