O recém-lançado Instituto Brasileiro de Soberania Digital quer colocar o país entre as cinco nações mais soberanas do mundo até 2035 — meta que exigirá cerca de R$ 800 bilhões em investimentos em infraestrutura, inovação, governança de dados e capacitação, de acordo com estimativas internas. Parte desse avanço será monitorada pelo Índice Brasileiro de Maturidade Digital, plataforma de IA que compara a autonomia tecnológica de cidades, estados e países.
O movimento reúne nomes como Alexandre Zavaglia, referência acadêmica em IA e regulação, e Fabrício Zanini, ex-presidente do ICI – Instituto das Cidades Inteligentes, entre outros especialistas. O grupo pretende reacender o debate sobre que tipo de autonomia digital o Brasil quer construir — e até que ponto a dependência externa pode comprometer nossa posição em um cenário global cada vez mais tecnológico.
Sobre o IBSD – Instituto Brasileiro para Soberania Digital
O Instituto Brasileiro para Soberania Digital (IBSD) é uma entidade independente e multissetorial dedicada a fortalecer a autonomia tecnológica do país por meio de dados públicos, capacitação e apoio à formulação de políticas digitais baseadas em evidências. Atua nas frentes de inteligência artificial, cibersegurança, proteção de dados, inclusão digital e inovação pública, com o objetivo de posicionar o Brasil entre as cinco nações com maior soberania digital do mundo até 2035. Entre suas iniciativas está o Observatório Nacional de Soberania Digital, plataforma que avalia a maturidade digital de estados e municípios com base em indicadores técnicos, rankings e diagnósticos estratégicos.






