Instituto Guga Kuerten testa raquetes produzidas com bambu e garrafas pets

EsportesInstituto Guga Kuerten testa raquetes produzidas com bambu e garrafas pets

Joaquina ganha passarela de madeira sobre as dunas, com rampa a partir do estacionamento

Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

Avenida da Saudade, no Itacorubi: pedestres e ciclistas passam a usar desvio pelo aterro a partir desta sexta

Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

Ciclo do Divino 2026 fecha neste domingo no Rio Vermelho, com 15 comunidades

Encerramento na Igreja de São João Batista reúne as comunidades festeiras da Capital; a procissão sai às 15h e o rito de fechamento está previsto para as 16h30.

Carnaval 2027 em Florianópolis: Luísa Sonza, Kevin O Chris e Dazaranha estão entre as atrações

Prefeitura e Hit Makers anunciam com quatro meses de antecedência a programação do Carnaval de Rua, de 6 a 9 de fevereiro, em nove arenas pela cidade.

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Equipamento criado pelos alunos do Sesi Bebedouro, de São Paulo, busca oportunizar o acesso de jovens carentes de todo o País ao tênis

Os educandos do Instituto Guga Kuerten, do núcleo do Itacorubi, em Florianópolis, testaram e aprovaram a raquete criada pelos alunos do Sesi Bebedouro, de São Paulo. A iniciativa dos adolescentes paulistas teve o objetivo de criar uma raquete de baixíssimo custo para a prática do tênis em comunidades carentes. E para isso, utilizaram bambu, garrafas pet, fitas adesivas e linha de pesca.
 
“O IGK parabeniza pela bela iniciativa, em especial pelo espírito protagonista e empreendedor das crianças e adolescentes, na busca de soluções democráticas de acesso ao esporte pelas comunidades mais vulneráveis do país”, destaca Marcelo Bittencourt, coordenador esportivo do Instituto. 
 
O protótipo da raquete alternativa pode contribuir para que este material esportivo, de alto custo em lojas de revenda, possa ser adaptado para uso recreativo pelos interessados por um custo muito reduzido.
 
"Naturalmente, não é um equipamento que pode ser utilizado num contexto competitivo, mas certamente contribuirá para a recreação e aproximação das pessoas com a prática do tênis”, avalia Bittencourt.