IRONMAN 70.3 Florianópolis: atletas da elite feminina falam sobre a primeira prova só de mulheres às vésperas da largada

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IRONMAN 70.3 Florianópolis: atletas da elite feminina falam sobre a primeira prova só de mulheres às vésperas da largada

Na coletiva deste sábado (17), em Jurerê Internacional, Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Mikelle Coelho e as francesas Julie Iemmolo e Léa Riccoboni falaram sobre visibilidade e estratégia para a prova de domingo (18), que larga às 5h45.

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Pela primeira vez, o circuito IRONMAN no Brasil terá uma prova com o pelotão profissional formado só por mulheres. A estreia será no Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Florianópolis, que larga neste domingo (18 de outubro), a partir das 5h45, em Jurerê Internacional. Às vésperas da disputa, a coletiva de imprensa deste sábado (17) reuniu as brasileiras Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes e Mikelle Coelho e as francesas Léa Riccoboni e Julie Iemmolo, que falaram sobre visibilidade feminina no esporte e sobre a estratégia para a prova.

O percurso tem 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida. O DONI já havia contado que a etapa terá elite só de mulheres pela primeira vez.

O que as atletas disseram sobre a primeira elite só de mulheres?

Medalhista pan-americana, representante do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 e bicampeã do IRONMAN 70.3 Brasília (2025 e 2026), Djenyfer Arnold destacou o significado da iniciativa. “É a primeira vez que vou competir em um field só de mulheres e acho bem interessante. Em questões de visibilidade, acredito ser muito importante para todas as mulheres da elite que vão largar aqui no domingo”, afirmou.

Vittoria Lopes, que defendeu o Brasil nos Jogos de Tóquio 2020 e de Paris 2024, já correu uma prova parecida em Happy Valley, no ano passado. Para ela, a iniciativa amplia a exposição das profissionais, embora provas com homens e mulheres juntos também tenham seus atrativos. Em 2025, Vittoria foi vice-campeã do IRONMAN 70.3 Florianópolis Latin America Championship e venceu o IRONMAN 70.3 Sergipe.

A francesa Julie Iemmolo também vê pontos positivos: segundo ela, o formato pode dar mais visibilidade às atletas e criar uma dinâmica diferente ao longo do percurso, principalmente no ciclismo, com as competidoras mais tempo em evidência durante a prova.

Cinco triatletas sentadas em poltronas, lado a lado, no palco da coletiva de imprensa do IRONMAN 70.3 Florianópolis
Coletiva de imprensa da elite feminina do IRONMAN 70.3 Florianópolis, neste sábado (17), em Jurerê Internacional. Foto: Fábio Falconi/Unlimited Sports

Mikelle Coelho, que estreou no circuito profissional em 2025 e foi terceira colocada na etapa de Aracaju na primeira temporada, já tinha disputado uma prova só de mulheres em Cascais, em Portugal, e aprovou a experiência. A chance de fechar o calendário em uma etapa com esse formato pesou na escolha por Florianópolis. Para a francesa Léa Riccoboni, a prova é uma oportunidade especial de viver uma competição com pelotão profissional exclusivamente feminino, e a estrutura dedicada às atletas deixa a experiência ainda mais interessante.

Qual deve ser a estratégia na prova de domingo?

Com um percurso de ciclismo considerado rápido, a estratégia sobre a bicicleta pode definir a disputa antes dos 21,1 km finais de corrida. Julie Iemmolo disse que conhece o trajeto, mas vai avaliar as condições durante a prova antes de definir como correr, e destacou a velocidade do percurso.

Vittoria Lopes acredita que a natação deve abrir diferenças menores entre as favoritas, deixando o ciclismo e a corrida como etapas decisivas. Já Djenyfer Arnold avaliou que a presença de Julie pode mudar a dinâmica da disputa, pela capacidade da francesa de ganhar posições nas etapas seguintes. Para a brasileira, a natação segue importante para o posicionamento inicial, e o ciclismo pode deixar a decisão ainda mais equilibrada para a corrida.

Quem vai circular pelo Norte da Ilha no domingo deve conferir o que muda no trânsito durante o IRONMAN 70.3 Florianópolis. A prova também terá transmissão ao vivo da CBN Floripa e da Atlântida FM direto de Jurerê.

O Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Florianópolis é organizado pela Unlimited Sports, com patrocínio do Governo do Estado de Santa Catarina, da Prefeitura de Florianópolis e da Fundação Catarinense de Esporte, entre outras marcas. Mais informações em ironmanbrasil.com.br.

Em resumo

  • O Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Florianópolis larga neste domingo (18/10), às 5h45, em Jurerê Internacional, com a primeira elite exclusivamente feminina do circuito IRONMAN no Brasil.
  • Na coletiva deste sábado (17), falaram Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Mikelle Coelho, Julie Iemmolo e Léa Riccoboni.
  • As atletas destacaram o ganho de visibilidade para as mulheres no esporte.
  • Com ciclismo rápido, a estratégia nos 90 km de bicicleta pode decidir a prova antes dos 21,1 km de corrida.

Com informações da assessoria de imprensa do IRONMAN Brasil (MBraga Comunicação).