Jorginho lidera com 48% enquanto governo registra 75% de aprovação, aponta levantamento em Santa Catarina

PolíticaJorginho lidera com 48% enquanto governo registra 75% de aprovação, aponta levantamento...

Roda de Timbau Floripa tem oficina gratuita com María Paz neste sábado (26)

Oficina gratuita de timbau com a percussionista chilena María Paz neste sábado (26), das 15h às 16h45, no Instituto Arco Íris, Centro de Florianópolis.

Exposição Movimento Nara Evangeline de Renata Gordo abre em 8 de outubro em Florianópolis

Renata Gordo inaugura “Movimento Nara Evangeline” em 8/10 na Galeria Pedro Paulo Vecchietti, no Centro de Florianópolis, em diálogo com Nara Guichon.

Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis começa com ação para 45 mil alunos

Mostra das Escolas abre a 25ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis nesta sexta (25); meta de mais de 45 mil alunos com sessões gratuitas.

Festival Som em Movimento encerra circuito 2026 no Shopping Itaguaçu neste sábado (26)

Última etapa do Festival Som em Movimento, do SESI CULTURA/SC, é sábado (26), às 15h, na praça de alimentação do Shopping Itaguaçu, em São José; entrada gratuita.

Compartilhe

A mais recente pesquisa do Instituto Real Time Big Data, realizada entre 2 e 3 de dezembro de 2025 com 1.200 eleitores de Santa Catarina, mostra um cenário claro de liderança para Jorginho Mello nas simulações para governador e uma elevada aprovação do governo estadual. Os números revelam estabilidade relativa nas intenções de voto estimuladas, concentração de rejeição em alguns nomes e variações importantes nas simulações para o Senado.

Governador — cenários estimulados e tendência principal

Nas simulações estimuladas, Jorginho Mello aparece como líder consolidado: no Cenário 01 soma 48% das intenções, enquanto no Cenário 02 atinge 49%. João Rodrigues figura como segundo colocado, com 22% no Cenário 01 e 25% no Cenário 02, e Décio Lima marca 14% em ambos os cenários. Outros nomes ficam muito atrás; Adriano Silva aparece com 2% em ambos os cenários e Marcos Vieira com 1–2%. Importante correção do documento: Marcelo Brigadeiro (Missão) pontua menos de 1% nos Cenários 01 e 02, enquanto as opções Nulo/Branco e NS/NR alcançam parcelas relevantes do eleitorado (por exemplo, Nulo/Branco chega a 7% no Cenário 01 e 10% no Cenário 02). Esses números sinalizam um quadro de favoritismo para Jorginho, mas também espaço para indefinição dado o volume de eleitores que se declaram indecisos ou propensos ao voto nulo.

Senado — múltiplos cenários e dispersão de votos

As simulações para o Senado apresentam maior fragmentação. No Cenário 01, Carlos Bolsonaro lidera com 27%, seguido por Esperidião Amin com 21% e Décio Lima com 14%. Em cenários alternativos, Carol de Toni aparece com destaque, atingindo 22–24% em algumas combinações, enquanto Esperidião Amin mantém posição estável em torno de 21%. Em todas as versões há uma parcela significativa de Nulos/Brancos e eleitores sem resposta, o que demonstra volatilidade e abre espaço para disputas até a eleição. A composição entre 1º e 2º votos também mostra redistribuições entre os nomes mais lembrados, evidenciando que o resultado final pode depender de dinâmicas de campanha e alianças.

Rejeição e avaliação do governo

O índice de rejeição concentra-se sobretudo em Décio Lima, que registra 52% de rejeição em resposta múltipla, seguido por Jorginho Mello com 30%. Esses dados revelam que, apesar da vantagem nas intenções de voto, alguns candidatos carregam altos índices de rejeição que podem influenciar o comportamento do eleitor indeciso. Em contrapartida, a avaliação do governo estadual é muito favorável: 75% aprovam a administração, com 58% classificando o governo como ótimo ou bom. Essa aprovação elevada explica, em parte, a coesão do apoio às figuras ligadas à gestão atual e ajuda a entender a resistência a mudanças entre parcelas do eleitorado.

O que os números implicam para a corrida eleitoral

A combinação de liderança consolidada para Jorginho Mello e alto índice de aprovação do governo aponta para um cenário em que o candidato ligado ao status quo parte em vantagem. Ainda assim, a presença expressiva de Nulos/Brancos e de eleitores que não responderam indica que existe reserva de votos disponível, um fator que pode influenciar decisões táticas e estratégias de segundo turno. Para o Senado, a dispersão entre nomes conhecidos indica que a disputa será definida por mobilização de base, formação de alianças e campanha dirigida a reduzir a massa de indecisos.

Acesse a pesquisa completa aqui.

Sobre o Realtime Big Data

O Realtime Big Data é uma das grandes referências nacionais em ciência de dados e pesquisas qualitativas e quantitativas, destacando-se pelo alto nível de excelência técnica e pela oferta de análises claras. Fundado em 2015 pelo cientista político Bruno Soller, o Instituto de Pesquisa tem atuado especialmente no cenário político, de forma a transformar números em informação para apoiar as melhores decisões de governo e de estratégias eleitorais. A partir de 2024, o Realtime Big Data inicia uma nova fase, marcada pela chegada do sócio estrategista Wilson Pedroso e pela ampliação dos braços de atuação.