Justiça nega habeas corpus a acusado de executar atentados a ônibus e bases da PM em Florianópolis

GeralJustiça nega habeas corpus a acusado de executar atentados a ônibus e...

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

LIDE SC em São José: Décio da Silva, da WEG, detalha governança familiar e defende separar acionista e executivo

No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

Fórum gratuito da ACATMAR qualifica para a economia do mar, que emprega quase 240 mil em SC

O VI Fórum de Capacitação Técnica ACATMAR acontece na terça-feira (20), no IFSC Câmpus Florianópolis-Continente, com nove palestras e inscrições gratuitas para quem trabalha ou quer trabalhar no setor náutico.

Compartilhe

A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) divulgou na manhã desta sexta-feira, 26, que a 4ª Câmara Criminal do tribunal negou habeas corpus em favor de um homem e manteve sua prisão preventiva por conta da suspeita de comandar ataques contra bases policiais e ônibus do transporte coletivo de Florianópolis durante a onda de violência desencadeada no início do ano, a partir de ordens de organização criminosa.

Segundo a denúncia do Ministério Público, o réu foi contatado pelos criminosos para chefiar um grupo com a responsabilidade de atear fogo em alvos pré-estabelecidos. Ele ficou responsável pelo planejamento, pela infraestrutura e pelo transporte nos atentados. Acabou preso em flagrante com bombas caseiras e coquetéis molotov, após investida frustrada contra uma base da PM na Praia Brava, Norte da Ilha.

Os elementos trazidos aos autos levaram a Justiça a concluir pela existência de indícios suficientes de autoria e prova da materialidade, necessários para a deflagração e continuidade da ação penal.