Laboratório de História discute Golpe Militar de 1964 na UFSC

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Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

LIDE SC em São José: Décio da Silva, da WEG, detalha governança familiar e defende separar acionista e executivo

No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

Fórum gratuito da ACATMAR qualifica para a economia do mar, que emprega quase 240 mil em SC

O VI Fórum de Capacitação Técnica ACATMAR acontece na terça-feira (20), no IFSC Câmpus Florianópolis-Continente, com nove palestras e inscrições gratuitas para quem trabalha ou quer trabalhar no setor náutico.

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O Laboratório de Ensino de História do Colégio de Aplicação (LEHCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove o encontro “O contrário do esquecimento é a verdade: reflexões sobre a ditadura militar no Brasil”, que começou na manhã nesta segunda-feira, 31, e segue nesta terça-feira, 1, no auditório do Colégio de Aplicação. As informações são da Agecom.

A mesa-redonda do primeiro dia, intitulada “Golpes e Resistências”, contou com a presença de Camilo Buss Araújo, professor de Estudos Latino-Americanos; Reinaldo Lindolfo Lohn, historiador; e Celso Martins, jornalista histórico. Com enfoque na América Latina, o professor Camilo apresentou trechos do filme argentino

O jornalista Celso Martins contou como era seu tempo no Colégio de Aplicação, onde começou os estudos em 1967, época em que o regime militar estava muito presente na escola, censurando qualquer tipo de atitude vista como comunista. Celso lembrou o jornal produzido pela turma, que abordava acontecimentos sobre o golpe em diversas regiões do país; porém, nem sempre a publicação era entregue completa, pois, de acordo com os professores, certas notícias não deveriam ser vinculadas.

Para finalizar, o professor Reinaldo Lohn ressaltou que, oficialmente, o golpe não ocorreu no dia 31 de março de 1964, mas em 1º de abril daquele ano. Segundo o historiador, pessoas eram pagas para difamar o governo do presidente João Goulart, com o objetivo de desestabilizá-lo e justificar o que viria a acontecer. Uma parte da população temia que o Brasil se transformasse em uma ditadura socialista similar à praticada em Cuba; por isso, houve um movimento de reação por parte de setores conservadores da sociedade brasileira, que apoiavam qualquer ação que impedisse aquele fato.

A mesa-redonda de amanhã, 1º de abril, último dia do evento, terá o tema “O contrário do esquecimento”, com presença de Derlei Catarina de Luca, Marize Lippel e Ana Lice Brancher. O evento – gratuito – será às 10h30, no auditório do Colégio de Aplicação. Os participantes recebem certificado.

Mais informações com a professora Karen Christine Rechia, membro da Rede de Pesquisa – Imagens, Geografias e Educação, pelo telefone (48) 9121-2343.