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sexta-feira, setembro 17, 2021
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Lançamento do clipe Reggae da Tainha de Valdir Agostinho e Julio Cruz

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Lançamento do clipe Reggae da Tainha de Valdir Agostinho e Julio Cruz

A Letra traduz a cultura ilhoa falando dos peixes, pescadores e as mulheres da Ilha

Júlio César Cruz compôs a letra, em 2007, inspirado nas lindas mulheres, nos peixes do litoral da Ilha de Santa Catarina e os pescadores tradicionais da Barra da Lagoa, a mais conhecida colônia de pescadores da capital catarinense.

Feita em trocadilhos inteligentes e bem amarrados, usando mais de 20 nomes de peixes, “Sereia manezinha” ficou guardada um ano até o artista multimídia Valdir Agostinho ler a composição. Extasiado, o artista da Barra da Lagoa “pirou”, como o próprio define, e, a partir daí o trabalho foi consolidado, passando do papel para uma composição trabalhada em estúdio. O subtítulo “Sereia Manezinha” virou “reggae da tainha”, sugestão de Gazu, vocalista da banda Dazaranha, produtor e arranjador da música.

A voz de Agostinho deu um toque ilhéu ao trabalho, cuja letra, divertida e inteligente, agrada desde os pescadores da Barra aos blogueiros especialistas em cultura, arte e música.

Foi aí que entrou em cena outro ilustre Mané, Zeca Pires, o cineasta fã do Valdir, que com sua brilhante intuição, traduziu a música em imagens no clipe Reggae da Tainha.



Agora é a sua vez de fazer parte desta história

Dia 29/07, às 19:00hs, na Fundação BADESC, atrás do TAC, naquele casarão antigo que fica na esquina em frente ao Flop, a Fundação BADESC e o Café Fundação estarão oferecendo um coquetel a base de frutos do mar (citados na música), show do Valdir Agostinho e convidados, numa noite que promete ser uma celebração a cultura Mané. O Clipe foi rodado na Costa da Lagoa, o cenário é todo produzido com obras do Valdir, feitas do lixo que o próprio artista recolheu na praia e no mar da Lagoa. Nos extras além do making of, fotos still do fotografo Inglês Paul Mansfileld. “ Tudo mutcho lindcho” como diz o próprio Valdir.

O cineasta Zeca Nunes Pires estará lançando paralelamente ao evento o DVD “CURTAS ZECA PIRES”

José Henrique Nunes Pires, ilhéu, conhecido como o cineasta catarinense Zeca Pires, abriu portas, construiu e conquistou com seu vasto currículo a mais representativa historia de produção cinematográfica de Santa Catarina. Diretor de 10 filmes, entre documentários, curtas e longa-metragens.

Sua formação acadêmica nos cursos de Jornalismo concluído na UFSC e Administração na ESAG, mestrado no Curso de História, doutorando em Engenharia de Produção pela UFSC na área de mídia e conhecimento, com a temática Cinema Digital, lhe deram autoridade para aceitar e exercer com conhecimento, o importante cargo de diretor do departamento artístico e cultural da Universidade Federal de Santa Catarina, onde seu envolvimento nesta área abrange além da categoria de professor no curso de cinema, é um grande empreendedor. Zeca Pires foi um dos fundadores da Cinemateca Catarinense/ABDSC e um dos criadores do Curso de Cinema e Vídeo da UNISUL (Universidade do Sul de Santa Catarina). Ele estará lançando na mesma noite o DVD com 5 de seus curtas, intitulado “Curtas Zeca Pires”. Todos com um forte vínculo com a cultura popular do Estado.

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