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segunda-feira, novembro 29, 2021
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Núcleo de Produção Digital de SC tem oficinas com inscrições abertas até 17/05

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Núcleo de Produção Digital de SC tem oficinas com inscrições abertas até 17/05

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As oficinas serão ministradas em Florianópolis, no Centro de Comunicação e Expressão da UFSC.

Quatro oficinas serão oferecidas pelo Núcleo de Produção Digital de SC (NPD-SC) entre os meses de maio e junho. De 24 a 26/05, o crítico, professor, diretor e curador Cléber Eduardo, que já foi redator da revista Contracampo e crítico da revista Época, ministra a oficina de introdução à crítica cinematográfica. A oficina de introdução à fotografia, com a fotógrafa e diretora de fotografia Andrea Scansani (Daraca), acontece de 27 a 29/05. A produtora do premiado filme brasileiro Estômago, Cláudia da Natividade, estará em Florianópolis entre 10 e 12/06 para ministrar a oficina sobre administração e produção audiovisual. No mesmo período, o técnico de som direto e editor João Godoy, que trabalhou em filmes como Chega de Saudade (Lais Bodansky, 2006) e Casa de Alice (Chico Teixeira, 2005) vai conduzir a oficina sobre captação e edição de som.

As oficinas serão realizadas em salas do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, na Capital. As inscrições podem ser feitas no endereço www.npdsc.ufsc.br até o dia 17 de maio. Serão selecionados 15 alunos por oficina.

Fruto de um convênio entre o curso de graduação em Cinema da UFSC, a Cinemateca Catarinense – ABD/SC, o FUNCINE (Fundo Municipal de Cinema de Florianópolis) e o Ministério da Cultura, através do Programa Olhar Brasil, o Núcleo de Produção Digital de Santa Catarina já realizou várias oficinas gratuitas desde o final de 2009. Promover ações de formação, inclusão, incentivo à produção e à reflexão na área do audiovisual é o objetivo central do NPD-SC.

Oficinas

Introdução à Crítica Cinematográfica, com Cléber Eduardo
24 a 26 de maio, manhã e tarde

Introdução à Fotografia Digital (avançada), com Andrea Scansani (Daraca)
27 a 29 de maio, manhã e tarde

Administração e Produção Audiovisual (avançada), com Cláudia da Natividade
10 a 12 de junho, manhã e tarde

Som Digital (avançada), com João Godoy
10 a 12 de junho, manhã e tarde

Currículo dos ministrantes:

Cléber Eduardo: Crítico, professor, diretor e curador. Mestrando em Ciências da Comunicação na USP, é professor de Teoria do Audiovisual e orientador de monografias no bacharelado em Comunicação Audiovisual do Senac – SP. Atuou como jornalista e crítico no jornal Diário Popular e na revista Época, e foi redator da Contracampo. Curador da Mostra de Tiradentes e do CineOP desde 2007. É diretor, roteirista e montador dos curtas Almas Passantes (2008) e Rosa e Benjamin (2009), ambos realizados em parceria com Ilana Feldman.

Cláudia da Natividade: É mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná. Trabalhou como coordenadora de atividades de suporte para lançamento de produtos industriais e com coordenação de merchandising promocional para diversas empresas brasileiras. Em 1993, transferiu-se para a Itália, onde fez especialização em História Tardo-Antiga e, mais tarde, na área de Cooperação ao Internacional ao Desenvolvimento.
Entre 1995 e 1999 trabalhou com projetos e divulgação de projetos sociais em organizações não-governamentais e multilaterais. Voltou ao Brasil no ano de 2000 quando abriu a empresa Zencrane Filmes. Desde então, já produziu um vídeo experimental, dois premiadíssimos filmes de curta-metragem e o documentário de longa-metragem O Ateliê de Luzia – Arte Rupeste no Brasil. Finalizou recentemente Paramnésia, documentário sobre a memória e a cultura de massa. Em 2007 lançou o livro Brasil Rupestre – fruto do documentário Ateliê de Luzia, e o que pode ser considerado o primeiro livro sobre arte rupestre brasileiro.
Em 2008, produziu o grande sucesso Estômago, que rendeu mais de uma dezena de prêmios em festivais nacionais e internacionais, foi sucesso de público e crítica, e se tornou, conforme o Seminário de Co-produção Internacional no Festival do Rio 2008, um case de sucesso, ao ser o primeiro longa-metragem a se utilizar de um mecanismo de co-produção entre o Brasil e Itália que não era usado desde os anos 70. Atualmente, concentra seus trabalhos no lançamento do longa-metragem Corpos Celestes e no desenvolvimento do longa-metragem 2 Sequestros.

Andrea Scansani (Daraca): É fotógrafa e diretora de fotografia, ministrante do curso de assistência e operação de câmera desde 2000. Formada pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) em Cinema e Vídeo e pós-graduada em Multimeios, no Instituto de Artes da Universidade de Campinas (Unicamp), tem especialização em Cinematografia pela Escola de Drama e Cinema de Budapeste, Hungria.
Entre outros, foi diretora de fotografia dos curtas À Grade (Philippe Barcinski, 1996) e Manuelzão (Angélica del Nery, 2003), e dos longas Cabo Polônio – Entre o Céu e o Mar (documentário de Gabriel Varalla, 1998), Histórias da Revolução (Luiz Adelmo Manzano, 1999) e Gaio Filho (de Tiago Mata Machado, 2008, em parceria com Aloysio Raulino). Dirigiu e fotografou os curtas Deu Branco (1993), Da Dor e do Mar (1994) e Dois ou Um (2010).

João Godoy: É mestre em Ciências da Comunicação na área de Comunicação e Estética do Audiovisual da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. É professor do Curso Superior do Audiovisual do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da ECA-USP. Iniciou a carreira de Técnico de Som Direto em 1987 participando da captação de som de diversos curtas-metragens do chamado “Novo Cinema Paulista”. Entre os trabalhos realizados destaca-se a captação do som direto dos seguintes longas-metragens de ficção: Um céu de estrelas (Tata Amaral, 1995), Através da janela (Tata Amaral, 1999), Contra todos (Roberto Moreira, 2002), Cabra cega (Toni Venturi, 2002), Antônia (Tata Amaral, 2005), Casa de Alice (Chico Teixeira, 2005), Não por acaso (Philippe Barcinski, 2006), Chega de saudade (Lais Bodansky, 2006), Broder (Jefferson D, 2008), Menino da porteira (Jerê Moreira, 2008), Quanto dura o amor (Roberto Moreira, 2008), Onde está a felicidade (Carlos Alberto Riccelli, 2010). Entre os documentários para cinema, trabalhou em: Seo Chico: um retrato (José Rafael Mamigoniam, 2004), Crônicas Amazonenses (Frederic Letang, 1995), Silvino Santos – o cineasta das selvas (Aurélio Michílis, 1996), Fé (Ricardo Dias, 1998), Saudade do futuro (Marie-Clémence e César Paes, 2000), Carrego comigo (Chico Teixeira, 2001). Séries para televisão: Mapas Urbanos I e II (Daniel Augusto, 1997/1999), Viva o povo brasileiro (Isa Ferraz, 2000), Antônia (primeira temporada – episódios 2, 3 e 4, 2006), Antônia (segunda temporada – episódios 1, 2, 3, 4 e 5, 2007). Desde 2000, atua como Editor de Som sendo co-responsável, entre outros, pelos seguintes trabalhos: Seo Chico: um retrato (José Rafael Mamigoniam, 2004), Bens confiscados (Carlos Reichembach, 2004), Garotas do ABC (Carlos Reichembach, 2003), Carrego comigo (Chico Teixeira, 2001), Viva o povo brasileiro (Isa Ferraz, 2000).

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