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segunda-feira, janeiro 24, 2022
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Pesquisa visa conter preços de pescado no Mercado Público na Semana Santa

Pesquisa visa conter preços de pescado no Mercado Público na Semana Santa

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Já está com o promotor de Justiça do Consumidor da Capital, Rodrigo Cunha Amorim, e com o coordenador executivo do Procon, Ivan Couto da Silva, uma pesquisa de preços de pescado feita no dia 10 deste mês nas sete bancas localizadas no Mercado Público de Florianópolis. O objetivo da lista, que é feita há mais de 10 anos por funcionários do gabinete parlamentar do vereador Gean Loureiro, presidente da Câmara de Florianópolis, é servir de base para a fiscalização diante de eventuais abusos de preços de pescado durante a Semana Santa, quando o consumo é alto.

Em anos anteriores, a Promotoria de Justiça do Consumidor da Capital, junto com o Procon, ao constatar, no Mercado Público, um aumento exagerado de preços na Semana Santa, prejudicando os consumidores, exigiu dos comerciantes o rebaixamento dos valores, sob pena de serem enquadrados no Código de Defesa do Consumidor, dentre outras penalidades.

Conforme a pesquisa feita dia 10 de março passado, os preços do quilo do camarão com casca variavam do mínimo de R$ 12,00 ao máximo de R$ 16,00 nas sete bancas. A tainha custava, em média, R$ 8,50; a anchova R$ 12,00; o marisco com casca R$ 15,00; o filé de pescada R$ 12,00; a corvina R$ R$ 6,50; o filé de abrotéa R$ 13,00; e o marisco sem casca R$ 15,00.

O conselho do Procon é que o consumidor faça uma cuidadosa pesquisa de preços, já que há gritantes diferenças do mesmo produto entre as bancas do Mercado Público. No dia 10, por exemplo, o havia lula por R$ 13,00 a até R$ 25,00 o quilo. Outro disparate estava no filé de pescada, com preços entre R$ 10,00 a até R$ 16,00; marisco sem casca, de R$ 13,00 a até R$ 18,00; e filé de abrotéa, que poderia ser encontrado pelo mínimo de R$ 11,00 ao máximo de R$ 16,00.

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