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segunda-feira, junho 17, 2024
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Programa de Abordagem de Rua recolhe sem teto

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Programa de Abordagem de Rua recolhe sem teto

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O Programa de Abordagem de Rua, da Secretaria de Assistência Social Juventude da Prefeitura, tem se esforçado para resgatar a auto-estima dos moradores de rua, mas a grande maioria prefere o relento. A coordenadora do programa, Irma Remor Silva, disse que a maioria dos sem teto vêm de outras regiões e ficam vagando pela cidade. São alcoolistas e drogados que abandonaram os lares para morar na rua.

Na tentativa de ajudar esta legião, o Programa Abordagem de Rua oferece casa, comida e tratamento para dependentes químicos. Quem aceita ajuda é levado para a Casa de Apoio, localizada no Continente, onde ficam durante 15 dias. Depois são transferidos para o Centro de Atendimento Psico-social de Álcool e Droga, para Tratamentos. “Dependendo do caso, eles são transferidos para fazendas comunitárias conveniadas com a prefeitura, até receber alta e retornar para suas cidades de origem”, disse Irma.

No entanto, muito caem na recaída e retornam para as ruas. A constatação é feita durante levantamentos e entrevistas realizados por técnicos do Programa Abordagem de Rua. Irma citou o exemplo de um jovem viciado em crack que recebe quase todas as noites a visita da mãe implorando para ele voltar. Na rua, os sem teto têm quase de tudo: droga, alimentação e local para se abrigar.

Nas noites de segundas feiras eles recebem marmitas de um centro espírita. As terças ganham um sopão a meia-noite. Nas noites seguintes recebe alimentação de outros voluntários e durante o dia almoçam em restaurante popular ao preço de R$ 1,00. Atualmente existem cerca de 70 homens e mulheres, de outras regiões, morando nas ruas de Florianópolis

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