Relógios da Capital são usados em campanha contra a violência sexual infantojuvenil

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Roda de Timbau Floripa tem oficina gratuita com María Paz neste sábado (26)

Oficina gratuita de timbau com a percussionista chilena María Paz neste sábado (26), das 15h às 16h45, no Instituto Arco Íris, Centro de Florianópolis.

Exposição Movimento Nara Evangeline de Renata Gordo abre em 8 de outubro em Florianópolis

Renata Gordo inaugura “Movimento Nara Evangeline” em 8/10 na Galeria Pedro Paulo Vecchietti, no Centro de Florianópolis, em diálogo com Nara Guichon.

Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis começa com ação para 45 mil alunos

Mostra das Escolas abre a 25ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis nesta sexta (25); meta de mais de 45 mil alunos com sessões gratuitas.

Festival Som em Movimento encerra circuito 2026 no Shopping Itaguaçu neste sábado (26)

Última etapa do Festival Som em Movimento, do SESI CULTURA/SC, é sábado (26), às 15h, na praça de alimentação do Shopping Itaguaçu, em São José; entrada gratuita.

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Além de informar as horas e fornecer a temperatura, os relógios dos espaços públicos de Florianópolis tornaram-se um importante parceiro para divulgação da campanha do Fórum Catarinense pelo Fim da Violência e Exploração Sexual Infantojuvenil. A campanha está sendo divulgada gratuitamente no espaço publicitário dos relógios públicos da capital catarinense. As informações são da assessoria de imprensa do MPSC.

O objetivo é sensibilizar a sociedade em geral, estimular a denúncia por meio do Disque Denúncia (Disque 100) e alertar para o fato que, na maioria dos casos, o abuso sexual é cometido dentro de casa.

Em 2011, o Disque 100 recebeu 36.476 denúncias de violência sexual envolvendo crianças e adolescentes, número que subiu para 40.799 em 2012. Em Santa Catarina, foram 1.013 denúncias pelo Disque 100 em 2011, o que significa 2,77% do total no país. Em 2012, foram 1.135 denúncias, ou 2,78% do total.

Segundo o Promotor de Justiça Marcelo Wegner, Coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude (CIJ) do Ministério Publico de Santa Catarina (MPSC), estima-se que em torno de 80% a 90% dos casos de crimes desse tipo não chegam ao conhecimento das autoridades