SCGÁS formaliza pedido de ajuste tarifário

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Roda de Timbau Floripa tem oficina gratuita com María Paz neste sábado (26)

Oficina gratuita de timbau com a percussionista chilena María Paz neste sábado (26), das 15h às 16h45, no Instituto Arco Íris, Centro de Florianópolis.

Exposição Movimento Nara Evangeline de Renata Gordo abre em 8 de outubro em Florianópolis

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Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis começa com ação para 45 mil alunos

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Festival Som em Movimento encerra circuito 2026 no Shopping Itaguaçu neste sábado (26)

Última etapa do Festival Som em Movimento, do SESI CULTURA/SC, é sábado (26), às 15h, na praça de alimentação do Shopping Itaguaçu, em São José; entrada gratuita.

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A SCGÁS protocolou nesta terça-feira,3, junto à Agência Reguladora do Estado de Santa Catarina (AGESC) pedido de ajuste de tarifa de gás natural. A Companhia solicitou reajuste médio, ponderado pelo volume, de 12,34% para o segmento industrial, 10,8% para o GNV (Gás Natural Veicular) e 15% para o segmento comercial com faixa de consumo acima de 2.100 m³/dia do insumo.

A empresa alega que o aumento foi causado pela forte alteração do custo de aquisição do gás natural, puxado pelo disparada do dólar e da cotação do petróleo, variáveis que compõe o custo do gás importado, que representa mais de 80% do custo ao consumidor. De outubro de 2012 a julho de 2013 o custo de aquisição aumentou 24,6%.

Além disso, a geração de caixa da SCGÁS ficou abaixo do projetado em R$4,6 milhões em junho e R$2 milhões em julho de 2013, sinalizando o desequilíbrio econômico e financeiro da distribuidora. Estimativas da Companhia apontam que, na hipótese de estagnação do câmbio no patamar atual e sem a aprovação do reajuste tarifário, o caixa da companhia ficará negativo em R$3,25 milhões em outubro, R$3,98 milhões em novembro e R$11,27 milhões em dezembro.

O último ajuste aplicado foi de 5% às indústrias em outubro de 2012. A tarifa atual é a menor entre os três estados do Sul e São Paulo, regiões que são supridas por gás natural importado da Bolívia.

Para entrar em vigor, o reajuste deve ter parecer favorável da AGESC, responsável pela regulação tarifária, conforme determinado no contrato de concessão do serviço no Estado.