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quinta-feira, janeiro 27, 2022
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Sem porte de armas, guardas municipais de Florianópolis decidem entrar em greve

Sem porte de armas, guardas municipais de Florianópolis decidem entrar em greve

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A semana não foi de trabalho normal para os agentes da Guarda Municipal de Florianópolis (GMF). Após a Polícia Federal cancelar, no 1º dia deste mês, o convênio com a prefeitura da Capital que permitia o porte de arma para os guardas, eles evitaram realizar trabalhos nas ruas alegando falta de segurança. Apenas trabalhos de segurança do patrimônio e serviços administrativos foram realizados pelos agentes da GMF neste período.

Nesta quinta-feira, 7, a categoria realizou uma assembleia e decidiu dar início ao estado de greve. Se em 72 horas a questão do uso de armas não for resolvida pela administração municipal, a greve será deflagrada e apenas 30% dos agentes vão trabalhar em funções administrativas e defesa do patrimônio. O trabalho nas ruas seguirá suspenso.

O secretário municipal de Segurança e Gestão do Trânsito, Paulo Rubim Rodrigues, está tentando prorrogar o convênio com a Polícia Federal para que os guardas possam continuar portando armas até que todos realizem os cursos exigidos pela PF. O prazo para regularização do porte de armas para todos os agentes é de 4 meses.

Em entrevista ao DeOlhoNaIlha, Rubim afirmou que caso os agentes entrem mesmo em greve, a prefeitura da Capital vai acionar a justiça para que eles retornem ao trabalho.

 

 

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