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segunda-feira, novembro 29, 2021
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Site da revista Naipe se fixa no cotidiano de Florianópolis

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Site da revista Naipe se fixa no cotidiano de Florianópolis

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42.101 leitores. É essa a audiência das cinco matérias mais acessadas até hoje dorevistanaipe.com. O número leva em conta apenas os computadores diferentes que entraram nos textos, ignorando visualizações repetidas de uma mesma página.

Na média, são 8.420 leitores por matéria. Isso coloca a Naipe – revista criada para os universitários mas atualmente consumida por um público mais amplo – entre as opções de jornalismo mais significativas de Florianópolis.

Apenas na última terça-feira, 06, o site foi visitado por 5662 pessoas. Nas duas últimas semanas, a média diária foi de 1735 visitantes (sempre de acordo com dados do Google Analytics).
O bom ibope está sendo festejado pela Naipe – mas não por si só: “Nossa meta continua sendo misturar audiência e conteúdo relevante. Conhecemos as fórmulas prontas para atrair leitores mas escolhemos outros caminhos”, diz o editor-chefe da revista e do site, Thiago Momm. “Não queremos incendiar qualquer assunto, chamar gente por chamar.”
As cinco matérias mais lidas do site, por exemplo, foram abordagens diferentes 1) do incômodo das classes mais altas com a ascensão da C; 2) do “homem do megafone”, figura conhecida da capital; 3) da falta de mobilidade urbana; 4) de uma biblioteca ignorada no centro da ilha; 5) de não gostar de Florianópolis.
O texto da ascensão da classe C foi o mais lido: 11,2 mil pessoas.
“Geramos discussão sem apelo”, anima-se Thiago Momm. “Só essas cinco matérias somaram mais de 300 comentários. Isso mostra o quanto a cidade tem leitores ansiosos por coisas importantes, especialmente se tratadas uma maneira nova, que acompanhe o ritmo de crescimento da capital.”
Para o diretor administrativo e de publicidade da Naipe, Thiago Steiner, o forte envolvimento dos leitores gera um argumento comercial mais sofisticado. “Não se trata apenas de quantas pessoas estão vendo a marca que anuncia”, diz. “Trata-se de associar essa marca a um conteúdo excepcionalmente bem visto pelo público jovem, a algo em que esse público de fato acredita.”
As matérias:
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