Instituição levará 15 cães para atividade educativa sobre retinoblastoma e câncer infantojuvenil no Hospital Infantil Joana de Gusmão
A UniSul participa, no dia 26 de setembro, de uma ação educativa sobre retinoblastoma e câncer infantojuvenil, realizada no Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG), em Florianópolis. A instituição estará presente na atividade com 15 cães do Grupo de Orientação e Proteção de Animais (GOPAS), projeto de extensão vinculado ao curso de Medicina Veterinária. A programação integra o Setembro Dourado e é promovida pela Sociedade Catarinense de Pediatria (SCP).
Para acompanhar a programação, a UniSul levará 15 cães, que estarão junto às crianças durante a atividade. Os animais fazem parte do Grupo de Orientação e Proteção de Animais (GOPAS), projeto de extensão da UniSul vinculado ao curso de Medicina Veterinária. Para participar do projeto, os estudantes passam por critérios de seleção, enquanto os cães são escolhidos considerando características como docilidade, condições de saúde e vacinação em dia. Os animais também são treinados para esse tipo de atividade.
Segundo o coordenador acadêmico da Unisul, Francis Pazini, a seleção dos animais e dos estudantes busca garantir que a participação ocorra de forma segura e adequada ao ambiente hospitalar. “Os cães fazem parte do GOPAS, projeto de extensão da UniSul, e são selecionados por critérios de saúde, vacinação, docilidade e treinamento para garantir uma participação segura nas atividades com as crianças”, explica.
O mês de setembro é dedicado à conscientização sobre o câncer infantojuvenil e à importância do diagnóstico precoce. Representada pelo Laço Dourado, a campanha busca ampliar o conhecimento sobre a doença e contribuir para a identificação de sinais e sintomas.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são estimados 7.560 novos casos de câncer infantojuvenil por ano no Brasil para o triênio 2026–2028, sendo 3.960 em meninos e 3.600 em meninas. A taxa bruta estimada é de 136,33 casos por milhão de crianças e adolescentes de 0 a 19 anos.
A Região Sul apresenta a maior taxa de incidência estimada do país, com 173,35 casos por milhão. Em Santa Catarina, o INCA estima 350 novos casos em 2026, sendo 160 entre meninos e 190 entre meninas, com taxa bruta de 164,95 casos por milhão.
O câncer infantojuvenil compreende um grupo heterogêneo de doenças que pode surgir em diferentes partes do organismo. Segundo o INCA, afeta com maior frequência o sistema hematopoiético, o sistema nervoso central e os tecidos de sustentação. Entre os tipos mais frequentes estão as leucemias, os tumores do sistema nervoso central e os linfomas.
O retinoblastoma é um tipo de câncer que afeta os olhos, principalmente durante a infância. O sinal mais comum é o reflexo branco na pupila, conhecido como leucocoria ou “olho de gato”, que pode ser percebido, por exemplo, em fotografias com flash. Outros sinais incluem estrabismo, dificuldade para enxergar, dor ou vermelhidão nos olhos e inchaço ao redor do olho.
O INCA destaca que o diagnóstico precoce do retinoblastoma possibilita melhores resultados no tratamento. Por isso, a investigação de sinais e sintomas e a realização do teste do reflexo vermelho nas consultas pediátricas de rotina são importantes para a identificação da doença.
Serviço
O quê: Ação educativa sobre retinoblastoma e câncer infantojuvenil
Quando: 26 de setembro de 2026
Horário: 9h30 às 11h30
Onde: Emergência do Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG), em Florianópolis
Realização: Sociedade Catarinense de Pediatria (SCP)
Participação da UniSul: 15 cães acompanharão a atividade


