Inteligência Artificial e a transformação nos escritórios de advocacia

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Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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Casos reais de sucesso na utilização deste sistema que vem revolucionando o mundo jurídico 

Nos últimos anos, a advocacia tem passado por uma transformação significativa com a incorporação da inteligência artificial (IA) em diversas áreas de atuação. E foi justamente sobre essas novidades que o advogado Alexandre Atheniense, coordenador da Comissão de inteligência Artificial do CESA Nacional e um dos precursores do Direito da Tecnologia da Informação no Brasil, falou durante a reunião do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados de Santa Catarina (CESA SC), realizado na sede da Menezes Niebuhr, em Florianópolis. 

Giancarlo Castelan, presidente do CESA/SC e sócio do Núcleo Penal do Escritório, foi o anfitrião do encontro, que também contou com a participação de Rodrigo Carvalho, coordenador da Comissão de Direito Digital do CESA/SC. “Estamos trazendo um assunto que nos é muito caro e que tem impactado diretamente o mundo jurídico. Mais do que saber do que se trata a IA, hoje buscamos saber como ela está sendo aplicada, o que ela pode nos trazer efetivamente de ganhos e custos para os nossos escritórios, para a nossa atividade. Queremos entender como através dela podemos e devemos interagir com os outros atores do mundo jurídico, com quem estamos em contato diariamente”, pontua Castelan. 

Em sua palestra – “Advocacia em transformação: casos reais de sucesso com Inteligência Artificial na prática dos escritórios” -, Atheniense apresentou uma série de iniciativas e recursos que já estão sendo utilizados e têm trazido bons resultados. Sendo que, ele defende que a IA permite uma análise rápida e abrangente de grandes volumes de documentos legais e jurisprudência. Só que os profissionais não devem se deixar envolver pela facilidade e agilidade da produção e esquecer que têm papel fundamental no processo. 

“Quando vemos matérias sobre textos que foram inventados, é resultado da ação humana que pulou algumas etapas. Não podemos esquecer que o poder decisório da inteligência artificial sempre deverá ser humano. Ou seja, o sistema entrega 70% do trabalho de maneira rápida,  os outros 30% deverão ser essencialmente de revisão, de análise humana”, afirma. 
A palestra na íntegra pode ser acessada no canal do Youtube do CESA.