Comércio opera sem restrições na Copa: empresários de Florianópolis terão autonomia para definir horários

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Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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Informação foi divulgada pelo Sindilojas Florianópolis e RegiãoA proximidade da Copa do Mundo da FIFA já mobiliza o comércio de Florianópolis e região, especialmente em relação ao funcionamento durante os jogos da seleção brasileira. O Sindilojas Florianópolis e Região esclarece que não há, na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), qualquer regra específica que determine alterações obrigatórias no funcionamento durante os jogos da seleção brasileira. Na prática, a decisão permanece descentralizada, sob responsabilidade de cada empresário, replicando o modelo adotado em edições anteriores do torneio.


Segundo André Oliveira, assessor jurídico da entidade, o instrumento já disponível para ajustes é o banco de horas, previsto na própria convenção. “Isso permite que empresas reorganizem jornadas sem impacto estrutural na operação. Considerando que os jogos da primeira fase estão programados para o período noturno, às 19h e 21h30, há espaço para readequação de turnos e manutenção parcial ou integral das atividades comerciais”, destaca. E reforça: diferentemente de datas com regras específicas, como feriados, não há obrigatoriedade de fechamento ou alteração de horário, e a decisão ficará a critério de cada empresa.


A lógica se estende também aos shopping centers, que tendem a adotar estratégias próprias, alinhadas ao comportamento do consumidor e à expectativa de fluxo em dias de jogos. Historicamente, esses empreendimentos operam com ajustes pontuais de horário, apostando em experiências para reter público antes e depois das partidas.


Além da organização interna das empresas, entidades do setor já discutem formas de aproveitar o período para estimular a atividade econômica. A CDL Florianópolis vem articulando, em conjunto com o Sindilojas, iniciativas voltadas à ativação do comércio e do setor de serviços, com foco em geração de fluxo e aumento de vendas. A proposta é transformar o calendário esportivo em oportunidade de negócio, especialmente em regiões como o Centro Leste da capital, onde há potencial para integrar consumo, entretenimento e convivência durante os dias de jogos.


O vice-presidente da CDL Florianópolis, Rafael Salim José, destaca que a articulação entre as entidades busca ir além do varejo e gerar impacto econômico e urbano. “A Copa do Mundo é um momento de grande mobilização social e, quando bem organizada, pode se transformar em um importante vetor de dinamização econômica. Estamos trabalhando para que o comércio, os serviços e os espaços da cidade consigam capturar esse movimento, ampliando o fluxo, estimulando o consumo e criando experiências positivas para moradores e visitantes”, afirma.


Para o dirigente, a chave estará na capacidade de adaptação dos empresários e na construção de ações coordenadas. “Mais do que discutir horários, este é um período que exige estratégia. Quem conseguir alinhar operação, atendimento e experiência tende a transformar a Copa em resultado concreto para o negócio e também em valor para a cidade”, conclui.