Alex Lima apresenta “Territórios Curativos” no Humboldt Kolleg 2026, no Rio de Janeiro

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Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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Executivo de Florianópolis e cofundador da DashCity leva ao encontro internacional uma abordagem que integra dados, ciência e tecnologia para transformar cidades em ambientes que cuidam das pessoas

O estrategista Alex Moreira Lima participou do Humboldt Kolleg 2026, realizado entre 28 e 30 de abril no Rio de Janeiro, levando ao público sua palestra “Territórios Curativos”. O encontro, promovido pelo Clube Humboldt do Brasil em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem e a Humanität, contou com patrocínio da Alexander von Humboldt Stiftung e reuniu pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento.

No palco, Alex apresentou uma provocação sobre o papel das cidades na promoção do bem-estar coletivo. A partir do conceito de “Territórios Curativos”, o executivo defendeu que os espaços urbanos devem ser pensados como organismos vivos, capazes de diagnosticar suas próprias fragilidades e responder a elas com inteligência. A proposta conecta dados georreferenciados, indicadores socioeconômicos e modelos preditivos para antecipar desafios urbanos e orientar decisões mais humanas, eficientes e regenerativas.

Cofundador da DashCity, Alex acumula mais de 20 anos de experiência em transformação de negócios e já contribuiu para a estruturação de mais de 600 marcas, territórios e movimentos em três continentes. A empresa, definida como um “Laboratório de Consciência Territorial”, atua na tradução de dados complexos em estratégias aplicáveis, apoiando governos, instituições e empresas na tomada de decisão baseada em evidências.

A participação de Alex Lima em um evento majoritariamente voltado às ciências da vida evidencia a crescente relevância da inteligência territorial no debate científico contemporâneo. Ao integrar tecnologia, ciência e propósito, sua abordagem amplia o entendimento de inovação — deslocando o foco da eficiência operacional para a construção de cidades mais empáticas, sustentáveis e orientadas ao cuidado com as pessoas.

Em um país amplamente urbanizado, a discussão proposta no Humboldt Kolleg reforça a urgência de repensar os modelos urbanos. Mais do que “cidades inteligentes”, o conceito de territórios curativos apresentado por Alex Lima aponta para um futuro em que tecnologia e dados são ferramentas para promover saúde, pertencimento e qualidade de vida nos espaços onde vivemos.