Além da luz: Santa Catarina protagoniza o início do avanço das cidades inteligentes no Brasil

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Com mais de 830 projetos em andamento no Brasil, o mercado exige das administrações públicas uma visão técnica e de longo prazo focada em tecnologia, como o que já acontece em alguns municípios catarinenses como Palhoça, Itajaí, Penha, Garopaba e Joinville.

O conceito de cidades inteligentes deixou de ser uma promessa futurista e se tornou uma realidade em expansão nos municípios brasileiros. Um levantamento recente realizado pela Associação Brasileira das Concessionárias de Iluminação Pública e Cidades Inteligentes (ABCIP) aponta que o Brasil já soma mais de 830 municípios com projetos em desenvolvimento para concessões de iluminação pública e soluções integradas no modelo de Parceria Público-Privada (PPP) e Santa Catarina protagonizou esta tendência com as modernizações dos parques de iluminação pública em cidades como Palhoça, Itajaí, Penha, Garopaba e Joinville.

A grande virada de chave do mercado está no escopo desses projetos: a iluminação pública passou a funcionar como a “espinha dorsal” para a conectividade urbana. Pelo menos 36 contratos mapeados pela ABCIP já incluem múltiplos serviços digitais de Smart Cities, integrando Wi-Fi público, sistemas de videomonitoramento, monitoramento climático e microgeração de energia fotovoltaica.

Diante desse cenário, o grande desafio atual das administrações públicas reside em estruturar projetos resilientes e inseri-los no planejamento estratégico de longo prazo das cidades. O objetivo é criar uma infraestrutura tecnológica que seja contínua, eficiente e blindada contra interferências políticas cíclicas.

Autoridade técnica e a vanguarda do setor

Para acompanhar esse crescimento robusto, as empresas têm se preparado para operar essas concessões, porque a escolha de parceiros com sólida capacidade de engenharia e inovação tornou-se um diferencial crítico para os municípios tanto do interior, quanto nas capitais. 

Referência nacional no setor, o engenheiro Gilberto Vieira, diretor-presidente da Quantum Engenharia, destaca que o sucesso de uma cidade inteligente depende da qualidade técnica da infraestrutura que está sendo implantada por meio do projeto. “Uma Parceria Público-Privada de iluminação pública não deve ser encarada apenas como a modernização de lâmpadas, mas sim como a fundação de toda a inteligência urbana de um município. Quando instalamos uma rede de LED integrada a sistemas de telegestão, estamos deixando a cidade pronta para receber sensores de tráfego, câmeras de segurança, monitoramento ambiental e conectividade em massa. O papel da engenharia moderna é garantir que essa transição seja robusta, escalável e capaz de suportar as demandas tecnológicas das próximas décadas”, afirma Vieira.

A Quantum Engenharia, empresa catarinense com sede em São José, região metropolitana de Florianópolis, e forte atuação em estados como Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, traz a autoridade de quem já realizou mais de dois mil projetos de engenharia com sucesso e superou a marca de 520 mil pontos modernizados de iluminação pública em todo o Brasil. O pioneirismo técnico da empresa foi chancelado nacionalmente com a conquista do Prêmio ABILUX de Iluminação, vencido através do projeto de iluminação cênica de patrimônios históricos em Itajaí (SC), que aliou a máxima eficiência energética à valorização cultural urbana.

Os dados do setor comprovam que o futuro das administrações públicas do interior do país passará, possivelmente, pelo modelo de PPPs. Ao alinhar o planejamento técnico de longo prazo com o suporte de empresas integradoras de engenharia, os municípios garantem não apenas economia de recursos aos cofres públicos, mas também a inserção definitiva de suas comunidades na era das cidades inteligentes.