Celesc paga R$1,25 milhão de indenização a maricultores

GeralCelesc paga R$1,25 milhão de indenização a maricultores

IRONMAN 70.3 Florianópolis: atletas da elite feminina falam sobre a primeira prova só de mulheres às vésperas da largada

Na coletiva deste sábado (17), em Jurerê Internacional, Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Mikelle Coelho e as francesas Julie Iemmolo e Léa Riccoboni falaram sobre visibilidade e estratégia para a prova de domingo (18), que larga às 5h45.

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

LIDE SC em São José: Décio da Silva, da WEG, detalha governança familiar e defende separar acionista e executivo

No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

Compartilhe

O cálculo da indenização dos maricultores foi realizado pela Secretaria da Agricultura e Pesca e pela Epagri, com base nos preços agrícolas fornecidos pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa) e por levantamento de informações junto aos próprios maricultores, com o objetivo de ressarcir os prejuízos do embargo na área de cultivo de ostra, mariscos e mexilhões até o dia 10 de março. “Caso o embargo seja prorrogado por mais tempo, novos cálculos serão realizados”, informou o Secretário João Rodrigues.

O pagamento aos maricultores é uma das ações da Celesc em prol do equacionamento do caso do vazamento de óleo ocorrido no último mês de novembro em uma subestação desativada, localizada no antigo centro de treinamento da Empresa, após roubo dos registros que isolavam o óleo de dois transformadores. Os cheques foram entregues aos maricultores, conforme acordado pela Empresa com a Justiça Federal. Ficaram de fora apenas dois maricultores que não aceitaram o acordo.

Cleverson Siewert, presidente da Celesc, reforçou que a posição que a Empresa assumiu no processo contribui para evitar um imbróglio judicial que poderia se arrastar por anos: “Estamos trabalhando para propiciar o retorno à normalidade o mais breve possível para todos na região afetada”.

Até o final desta semana, a Celesc deverá ressarcir os produtores de berbigão, que assinaram, hoje, o Termo de Anuência referente aos valores estabelecidos para custeio dos prejuízos. Além disso, a Empresa está realizando o Plano de Recuperação da Área Degradada – PRADE, com completo diagnóstico ambiental da área, que inclui novas coletas e análises laboratoriais da água, sedimentos e tecido biológico de moluscos.

A pedido da FATMA, ICMBio, UFSC e IBAMA, a Celesc também está construindo canais alternativos de escoamento de águas pluviais no terreno em volta da subestação; elaborando um modelo matemático para medir a dispersão de óleo na área afetada e coletando novas amostras de solo, em auxílio aos laudos de avaliação de impacto.