Programa para celíacos completa quatro anos na Capital

SaúdePrograma para celíacos completa quatro anos na Capital

Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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A doença celíaca afeta atualmente pessoas de todas as idades, mas é na infância que geralmente ela se manifesta.

Pensando nisso, a Secretaria de Educação de Florianópolis criou em 2005 um projeto de atendimento e inclusão dos alunos portadores de necessidades alimentares especiais, focado principalmente nos celíacos. A doença celíaca se caracteriza por uma reação alérgica a glutenina, presente em alguns cereais, como trigo, centeio e cevada. A ingestão desta proteína causa um desgaste na parede do intestino delgado, o que leva à diminuição da absorção de nutrientes.

O objetivo geral do programa de inclusão é fazer com que as crianças celíacas recebam uma alimentação adequada e assim não tenham o desenvolvimento em idade escolar e pré-escolar prejudicado. Para isso, a Secretaria disponibiliza, através do Programa de Alimentação Escolar, alimentos sem glúten a 18 Unidades Escolares, beneficiando 21 alunos cadastrados, 12 da Educação Infantil e 9 do Ensino Fundamental.

Os alimentos com glúten são substituídos por alimentos que pertencem ao mesmo grupo de alimentos energéticos, mas que podem ser consumidos por todos os alunos.

Para cadastrar a criança celíaca no programa, a direção da Unidade Educativa deve entrar em contato com o Departamento de Alimentação Escolar para receber uma ficha que deverá ser preenchida pelos responsáveis pelas crianças. Em seguida, a nutricionista responsável pela unidade dará as orientações às cozinheiras sobre o preparo dos alimentos.

Todas as unidades recebem alimentos sem glúten, como por exemplo, o arroz, o aipim, o amido de milho, a broa de polvilho, a batata inglesa e o macarrão de arroz. A mistura para bolo sem glúten é o único gênero alimentício enviado somente para os locais com crianças cadastradas no programa. Nestas unidades, o bolo sem glúten é servido a todas as crianças, para seja feita a inclusão do portador de doença celíaca no momento da refeição.