386 imigrantes já foram atendidos pela Assistência Social de Florianópolis desde maio

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Desde maio, 386 pessoas já passaram pelos dois abrigos instalados Prefeitura de Florianópolis na região continental da cidade para receber imigrantes de outros países vindos do Acre.

Com o apoio da equipe formada pela Secretaria Municipal de Assistência Social, mais de 350 imigrantes encontraram algum lugar para morar e trabalhar. O segundo abrigo já recebeu 13 grupos e deve receber mais 10.

A Secretaria Municipal de Assistência Social organizou uma equipe especializada para receber e orientar os imigrantes recém-chegados em Florianópolis. O grupo formado por funcionários da secretaria, assistentes sociais e interpretes voluntários trabalha, muitas vezes, 24 horas por dia para garantir que todos tenham o auxílio necessário para encontrar um bom lugar para morar.

A primeira etapa da ação de acolhimento começou no dia 23 de maio e recebeu 178 imigrantes, sendo 143 do Haiti. Destes, 170 foram encaminhados para outras cidades ou para locais onde existisse emprego que garantisse moradia e salário para se manter. O primeiro abrigo construído foi instalado no “Capoeirão”, na região continental da capital.

Na segunda etapa de chegada de imigrantes, 208 pessoas já foram acolhidas e auxiliadas pela equipe responsável pelo novo abrigo, desta vez, instalado no Ginásio Carlos Alberto Campos, no Estreito. A grande maioria dos recém-chegados é de homens e haitianos. Até o momento, 160 homens e 48 mulheres já passaram pelo local.

No local, os imigrantes recebem alimentação fornecida pela Prefeitura, ajuda de intérpretes na comunicação com parentes e cadastramento, cama e local para cuidar da higiene pessoal. Uma equipe da Secretaria Municipal de Saúde também participa do acolhimento, fazendo exames e atendendo os usuários do abrigo. A segurança é garantida pela Guarda Municipal de Florianópolis.

Os imigrantes que não possuem conhecidos no estado são atendidos pelo IGEOF (Instituto de Geração de Oportunidade de Florianópolis), que avalia as qualificações de todos e encaminha para empresas em que os imigrantes possam trabalhar. A equipe do IGEOF também acompanha a situação do emprego dos haitianos, para garantir que todos os encaminhados tenham moradia e um salário justo. Nesta segunda parte do acolhimento, 16 imigrantes já foram encaminhados para empregos no estado.