Moradores de rua de Florianópolis participam de torneio de basquete

EsportesMoradores de rua de Florianópolis participam de torneio de basquete

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

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Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

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Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

Ciclo do Divino 2026 fecha neste domingo no Rio Vermelho, com 15 comunidades

Encerramento na Igreja de São João Batista reúne as comunidades festeiras da Capital; a procissão sai às 15h e o rito de fechamento está previsto para as 16h30.

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A Fundação Municipal de Esportes (FME), em parceria com o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (CentroPOP), realizou nesta quarta-feira, 6, na Passarela do Samba Nego Quirido,  o 1º Torneio de Basquete com moradores de rua. A competição contou com 20 participantes. 

O torneio foi o coroamento de uma oficina esportiva que se repete todas as quartas-feiras e que reúne em média 15 homens que frequentam o Centro POP, serviço da Prefeitura que busca auxiliar na ressocialização de pessoas em situação de rua.

Segundo Alexandre Salum, da FME e idealizador do projeto, a ideia surgiu a partir do Passarela Esportiva, oficina de basquete também realizada na Passarela Nego Quirido, às terças e quintas-feiras, com crianças e adolescentes, na faixa de 10 a 14 anos, da rede pública de ensino e da comunidade em geral.

“Durante as oficinas com os jovens, era comum ver usuários do Centro POP olhando os jogos ou realizando alguma atividade física ali por perto. Daí, surgiu a ideia de começar um trabalho também com eles, que logo se animaram. Nos primeiros encontros, tivemos a participação de oito pessoas e logo a média foi crescendo. Percebemos que, por meio de atividades como essa, eles se sentem valorizados e úteis, evitando também que andem pela cidade e se envolvam com outras atividades ilícitas”, disse Salum.

Além da oficina de basquete, durante o dia o Centro POP oferece aos frequentadores alimentação, higienização e diversas atividades, como confecção de artesanato, aulas de música e outros esportes.