Como o analytics aplicado ao jurídico das empresas transforma a gestão dos negócios

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Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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21/7/2021 – Uma ferramenta de análise perde seu potencial e precisão se os dados não forem selecionados, coletados e armazenados corretamente

Para que as iniciativas em analytics funcionem é preciso o engajamento de diversas áreas da empresa de forma a garantir que atuem de forma integrada

Cada vez mais as empresas investem em estratégias e ações em analytics, ou gestão de dados, como solução para novos desafios. Analytics é o processo de exploração de dados baseado em pensamento crítico – fundamentado em experiências de gestão corporativa, governança em negócios, finanças e tecnologia – resultando em descobertas e respostas para os questionamentos, sejam eles hipóteses levantadas ou verdades a serem questionadas.

Para que as iniciativas em analytics funcionem, também no departamento jurídico, é preciso o engajamento de diversas áreas da empresa de forma a garantir que atuem de forma integrada, ou seja, unindo as diversas frentes e equipes para a construção de conceitos e conclusões válidas para o conjunto da empresa como um todo. Em outras palavras, é necessária uma mudança cultural da empresa e seus colaboradores.

Muitas vezes, essa estratégia é demonstrada por meio de Business Intelligence (BI), ou inteligência de negócio. Contudo, se engana quem acredita que o investimento em software e ferramentas de BI ultrassofisticados, por si só, seja capaz “dar conta do recado” e trazer as tão esperadas respostas e conclusões que uma iniciativa de analytics promete.

Segundo Camila Mortati, sócia-fundadora e COO da Legaltech e Insurtech EHTS, “uma ferramenta de análise perde seu potencial e precisão se os dados não forem selecionados, coletados e armazenados corretamente. Estes dados devem ser também consistentes e terem sido identificados a partir dos questionamentos adequados.”

Por esta razão, toda a análise de questões empresariais, para ser realmente eficaz, deve se iniciar pela apresentação de perguntas adequadas. Estes questionamentos dependem de uma pesquisa prévia e do entendimento aprofundado do negócio, além de uma compreensão global do cenário discutido. Por exemplo, logo no início, se questiona o que a empresa quer e precisa avaliar, em qual período, por qual razão, em quais contextos atuais e passados e de que modo.

Este processo é um esforço permanente de melhoria, sendo necessário o rigor na aplicação destes conceitos, sob pena de observar-se conclusões falsas e uma mentirosa sensação de controle. “Por este motivo, o entendimento do que acontece antes, durante e após a implementação de ferramentas tecnológicas requer o trabalho de analytics. A análise de dados precisa fazer parte de um fluxo contínuo, estratégico e compartilhado”, conclui.