Pesquisa da fintech Leve, de Florianópolis, mostra a atual relação dos trabalhadores com o dinheiro

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Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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Mais da metade dos entrevistados revelaram gastar tudo ou mais do que recebem

Uma pesquisa inédita da fintech catarinense Leve, feita com 700 colaboradores de 16 empresas de todo o País, mostrou resultados preocupantes sobre a relação dos profissionais brasileiros com dinheiro. O levantamento aponta que 55% dos trabalhadores gastam tudo ou mais do que recebem, enquanto 45% dizem gastar “um pouco menos” ou “muito menos”. O estudo revela ainda que 35% dos entrevistados conseguiriam manter o padrão de vida por apenas três semanas, se parassem de trabalhar hoje. Quase 42% disseram até cinco meses e 23% por seis meses ou mais.

Quando o assunto é gerenciamento de dívidas (financiamentos, empréstimos e parcelamento de cartão de crédito), 25% têm mais dívidas do que podem pagar; 46% têm dívidas, mas conseguem manter sob controle, e 29% garantem não ter dívidas. A pesquisa também perguntou sobre como cada um “avaliaria ter crédito na praça” (uma autoavaliação do score de crédito). Mais de 30% afirmaram estar ruim, enquanto mais de 53% revelaram estar “ok” ou “muito bom”. E 16% não souberam responder.

“Sabemos que educação financeira é um grande problema no Brasil e que muitas empresas desconhecem a relação de seus colaboradores com dinheiro, pois só uma minoria pede ajuda ao empregador. Na Leve, fazemos um trabalho totalmente personalizado, baseado na construção de confiança com quem precisa de auxílio. Não é produto financeiro, é produto de vida melhor”, afirma Gustavo Raposo (foto), co-fundador e CEO da Leve.

Criada em Florianópolis (SC), a Leve é uma fintech que oferece a combinação de assistente pessoal a uma rede de soluções financeiras para que trabalhadores possam contornar as dificuldades da “vida real” (como renegociar dívidas e ‘limpar’ o nome) e, assim, organizar as finanças, realizar sonhos e investir melhor. A fintech lançou a figura do “gerente do bem”, que pega na mão do colaborador e o ajuda a encontrar a melhor solução para o seu problema financeiro. A contratação é feita por empresas de segmentos e portes variados, que disponibilizam o benefício aos seus profissionais.