PL institui o Dia de Conscientização e Combate ao Feminicídio no calendário de Florianópolis

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Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

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Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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A violência contra a mulher é um tema recorrente em todo o mundo há décadas. Atualmente, o Brasil está em quinta posição no ranking de feminicídio. Apenas em Santa Catarina, no primeiro semestre deste ano foram registrados 33 casos de feminicídio e mais de cem tentativas. Já em Florianópolis houveram quatro casos e sete atentados, fazendo o município liderar a lista de estatísticas do estado.

Com o objetivo de criar uma rede de conscientização com a população florianopolitana referente ao tema, foi aprovado nesta terça-feira (3) o Projeto de Lei 18195/2021, de autoria do Poder Executivo, que institui no calendário da cidade o Dia de Conscientização e Combate ao Feminicídio. A data – 31 de agosto – será marcada pela realização de palestras, debates e seminários visando diminuir atos de negligência, discriminação e falta de informação para que a população possa auxiliar a vítima que corre risco de vida ou sofre qualquer tipo de violência.

“O feminicídio é uma realidade mais presente e constante do que a gente possa imaginar, e permanece justamente por aqueles que mantém o silêncio sobre a violência contra as mulheres. Aqueles e aquelas que acreditam que a violência contra as mulheres é “mimimi” reforçam todos os dias esses dados, dados que aumentaram na pandemia porque a maioria dos casos são cometidos justamente por pessoas próximas da vítima; são pais, tios, padastros, irmãos, ex-companheiros, que matam as mulheres”, salientou a vereadora Carla Ayres (PT).

Para o líder de governo Renato Geske (PSDB), apenas uma data não pode transparecer a importância que tem essa discussão. “O Agosto Lilás terá um desfecho honroso, porque é um mês que precisa ser discutido. Não é só pela morte, mas pelo o que a mulher sofre de agressão psicológica; ela praticamente, em muitos lares, torna-se presa, alguém que não tem direito a absolutamente nada. Aquela história “em briga de marido e mulher não se mete a colher” acabou. Mete a colher, interfere, denuncie sim”, finalizou o vereador.

Fotos: Édio Hélio Gomes.
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