Setor de segurança eletrônica cresce com novas necessidades

Meio ambienteSetor de segurança eletrônica cresce com novas necessidades

Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

Compartilhe

São Paulo 20/7/2021 – A mudança de comportamento imposta pela pandemia despertou o interesse por dispositivos que tornam o ambiente mais seguro e confortável

As normas sanitárias exigidas para combate ao novo coronavírus aumentaram o interesse por dispositivos automáticos. Sobre isso, a reportagem ouviu dois profissionais da Garen, empresa do setor de segurança eletrônica, e traz pesquisa da Abese com profissionais do setor.

O setor de segurança eletrônica fecha o primeiro semestre do ano com bom desempenho em meio à crise desencadeada pela covid-19. A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), que já havia apontado alta de 13% nos negócios em 2020 em relação a 2019, estima um aumento maior para este ano, na casa dos 15%.

Pesquisa da Abese junto a profissionais de segurança eletrônica traz um panorama sobre as perspectivas para este ano, ainda em plena pandemia, e como o setor se prepara para este período e para novos desafios. Clique aqui para ter acesso à pesquisa (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms/files/147347/1618321373Pesquisa_Panorama_do_Mercado_2021.pdf). 

A pandemia tem sido um fato relevante para as vendas do setor. Segundo a presidente da Abese, Selma Migliori, “soluções que evitem o contato físico são necessárias em períodos pandêmicos”.

“Mudança de comportamento imposta pela pandemia, com parte da população trabalhando ou estudando em casa, despertou o interesse por dispositivos que tornam o ambiente mais seguro e confortável, trazendo crescimento ao setor”, aponta Jean Antunes, gerente comercial da linha de controle de acesso Garen. Segundo ele, a tecnologia desenvolvida pelas empresas de automação oferece uma gama de soluções que ajudam a reduzir o contato físico e com superfícies de uso coletivo de acordo com as regras sanitárias de combate ao novo coronavírus.

Uma mudança que chama a atenção em empresas do setor de segurança eletrônica é a preocupação em evitar o contato das mãos com o produto. Empresas passaram a trocar a abertura de portas com maçanetas por aberturas que não exigem contato, mas apenas a aproximação das mãos. O acesso se dá por botoeiras não toque (aparelho que libera a abertura por meio de aproximação da mão), sensores de proximidade e radares. “Esse é um dos produtos que mais tiveram crescimento em vendas”, diz o gerente da Garen. Trata-se de um dispositivo que tanto atende à atual norma sanitária como aumenta a acessibilidade para portadores de necessidades especiais e idosos, ampliando a automação de entrada e saída. As soluções alcançam tamanha especificidade que a liberação de acesso a dependências e para visitantes pode ser feita por meio de QR Code enviado pelo celular. 

Com ou sem pandemia

Ainda sobre o comportamento do mercado de segurança eletrônica, o setor continua se mantendo aquecido, independentemente da pandemia, graças à demanda pelos portões eletrônicos em projetos de construção e reforma. De acordo com Carlos Peres, gerente da linha de automatizadores Garen, os automatizadores (motores) atendem às necessidades de cada espaço e modelo de portões. “É um investimento acessível, com excelente custo-benefício, em que a pandemia não afetou as vendas”, afirma Peres. “Num mercado que não para de crescer, o portão eletrônico está entre os produtos de mais apelo junto ao consumidor.”

Em se tratando de um cenário de segurança, comodidade e tecnologia, os portões rápidos podem ser controlados no smartphone, o que possibilita o acionamento dos portões além de controlar também refletores e câmeras inteligentes que melhoram a segurança na residência.

Futuro

Jean Antunes destaca que o mercado está em constante evolução. “Com a tecnologia 5G chegando, o setor será ainda mais atrativo. Investir no aprimoramento dos colaboradores é a melhor forma de uma indústria apresentar constante evolução em seus produtos por meio de pesquisas e estudos. A tecnologia exige isso. Em tempos de pandemia não pode ser diferente. Estar sempre entre os que mais investem em tecnologia nos produtos de segurança eletrônica faz toda a diferença para o consumidor”, explica o gerente da Garen.

Website: https://www.garen.com.br/