As EdTechs são a bola da vez, afirma CEO do DOT digital group, com sede em Florianópolis

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Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

Joaquina ganha passarela de madeira sobre as dunas, com rampa a partir do estacionamento

Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

Avenida da Saudade, no Itacorubi: pedestres e ciclistas passam a usar desvio pelo aterro a partir desta sexta

Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

Ciclo do Divino 2026 fecha neste domingo no Rio Vermelho, com 15 comunidades

Encerramento na Igreja de São João Batista reúne as comunidades festeiras da Capital; a procissão sai às 15h e o rito de fechamento está previsto para as 16h30.

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No Brasil e no mundo, cresce significativamente o número de empresas de tecnologia educacional

"Até 2030 as maiores empresas na internet serão de educação." A declaração do futurista e engenheiro americano Thomas Frey, feita há dois anos, parece ter reverberado no Brasil e no mundo. As empresas de EdTech (Education Technology) são destaque em mapeamento realizado pela Associação Brasileira de Startups, encabeçando a lista de segmentos com maior número de negócios. São 364 startups – 7,8% do total. Mas o número está longe de expressar todo o potencial deste mercado. A China que o diga. Só a capital Pequim tem 3.000 EdTechs, segundo levantamento da Navitas Ventures, empresa . Vale lembrar que o gigante asiático tem 283 milhões de estudantes, quatro vezes mais do que o americano.

No Brasil, temos 48,6 milhões de estudantes, de acordo com o Censo Escolar 2018, feito pelo IBGE. “Assim como na China, o caminho do Brasil como nação é investir em educação e a tecnologia é um aliado imprescindível para ganharmos escala. É ela que vai ajudar o País a melhorar seu nível educacional e, consequentemente, aumentar a produtividade e a competitividade dos negócios. As grandes potências mundiais são os países que investiram muito em educação. Coréia do Sul e Singapura, que estão se destacando muito hoje, eram mais pobres que o Brasil há 50 anos. Elas se transformaram porque investiram em educação”, afirma Luiz Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, referência em EdTech. 

O ensino à distância (EAD) no Ensino Superior é cada vez mais comum no Brasil. Em 2018, o crescimento foi de 8%. A modalidade soma 1,8 milhão de estudantes (21,2% do total de matriculados em faculdades). A expectativa é de que no máximo em dois anos o número seja maior do que o de estudantes presenciais. Essa transformação não ocorre apenas no ensino formal, mas também na educação corporativa, com o uso de plataformas tecnológicas para treinamento. "O potencial do mercado brasileiro de edtechs é muito grande por vários motivos: o Brasil é um país continental, sempre haverão muitas pessoas ingressando na educação formal e, cada vez mais, empresas exigindo profissionais atualizados”, afirma Ferla.