CCJ aprova PLC que regulamenta educação domiciliar em Santa Catarina

EducaçãoCCJ aprova PLC que regulamenta educação domiciliar em Santa Catarina

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

Joaquina ganha passarela de madeira sobre as dunas, com rampa a partir do estacionamento

Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

Avenida da Saudade, no Itacorubi: pedestres e ciclistas passam a usar desvio pelo aterro a partir desta sexta

Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

Ciclo do Divino 2026 fecha neste domingo no Rio Vermelho, com 15 comunidades

Encerramento na Igreja de São João Batista reúne as comunidades festeiras da Capital; a procissão sai às 15h e o rito de fechamento está previsto para as 16h30.

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Foi aprovado por maioria na Comissão de Constituição e Justiça, na manhã desta terça-feira, 2, o projeto de lei complementar do deputado Bruno Souza (Novo) que vai dar liberdade às famílias catarinenses que optarem por educar seus filhos em suas residências.

A educação domiciliar já é uma realidade praticada por mais de 15 mil estudantes brasileiros entre 14 e 17 anos. Santa Catarina é o estado brasileiro com o maior número de adeptos com aproximadamente mil estudantes em mais de 800 famílias.

A partir de agora a matéria tramita nas comissões de Educação, Cultura e Desporto e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, para então ser votada em plenário. “A Assembleia deu um passo fundamental no respeito e na tolerância das famílias educadoras, que já praticam esta modalidade e são perseguidas pelo estado por isso”, afirma o autor do projeto.

Bruno lembra que Santa Catarina pode ser o primeiro estado brasileiro a dar o respeito às liberdades individuais e ao ambiente familiar. “Temos que tirar essas famílias da marginalidade e da insegurança. Santa Catarina vai poder dizer que a cada família cabe as suas escolhas familiares”, finaliza o deputado.