FIESC manifesta preocupação com possível paralisação dos caminhoneiros

NegóciosFIESC manifesta preocupação com possível paralisação dos caminhoneiros

Roda de Timbau Floripa tem oficina gratuita com María Paz neste sábado (26)

Oficina gratuita de timbau com a percussionista chilena María Paz neste sábado (26), das 15h às 16h45, no Instituto Arco Íris, Centro de Florianópolis.

Exposição Movimento Nara Evangeline de Renata Gordo abre em 8 de outubro em Florianópolis

Renata Gordo inaugura “Movimento Nara Evangeline” em 8/10 na Galeria Pedro Paulo Vecchietti, no Centro de Florianópolis, em diálogo com Nara Guichon.

Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis começa com ação para 45 mil alunos

Mostra das Escolas abre a 25ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis nesta sexta (25); meta de mais de 45 mil alunos com sessões gratuitas.

Festival Som em Movimento encerra circuito 2026 no Shopping Itaguaçu neste sábado (26)

Última etapa do Festival Som em Movimento, do SESI CULTURA/SC, é sábado (26), às 15h, na praça de alimentação do Shopping Itaguaçu, em São José; entrada gratuita.

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Presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, apela para o diálogo entre lideranças do segmento e o governo, buscando uma solução de consenso para preservar a estabilidade econômica e institucional do país

FIESC defende diálogo em entre lideranças do segmento e o governo (foto: Charles de Moura/PMSJC)



A Federação das Indústrias (FIESC) manifesta preocupação com as consequências de uma possível paralisação dos caminhoneiros, conforme tem sido veiculado na mídia. “Sem fazer juízo sobre a legitimidade dos pleitos apresentados, entendemos que o momento não é apropriado. A exemplo do que ocorreu em 2018, se concretizado, o movimento trará efeitos graves para toda a sociedade, que ainda sofre as consequências da pandemia”, afirma o presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar.

Ele salienta que a indústria tem enfrentado grandes desafios para manter os empregos e a produção. “Por isso, apelamos para a sensibilidade das lideranças e do governo na busca do diálogo e de uma solução de consenso, preservando a estabilidade econômica e institucional no país”, diz Aguiar, observando que uma paralisação ampliaria os efeitos da crise que ainda não passou, e os custos seriam pagos por todos os brasileiros, especialmente os de menor renda.