Florianópolis ultrapassa 5 milhões de km rodados de patinete

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Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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Entre a SC-401 e as pontes, moradores buscam alternativas para driblar os gargalos da ilha e tornar os deslocamentos mais eficientes

Quem vive em Florianópolis conhece bem a situação: alguns quilômetros podem representar meia hora de deslocamento dependendo do horário. A SC-401, a Avenida Beira-Mar Norte e os acessos às pontes concentram grande parte do fluxo diário da cidade e fazem parte da rotina de milhares de pessoas que circulam entre trabalho, universidade, comércio e compromissos do dia a dia. Nos horários de pico, percursos que seriam rápidos passam a exigir planejamento.

A concentração do tráfego em vias estratégicas, especialmente nos acessos entre o Centro, o Norte da Ilha e bairros com alta circulação de moradores e estudantes, faz com que o tempo perdido no trânsito se torne uma variável constante na rotina de quem vive na cidade. O impacto vai além do tempo: afeta a qualidade de vida, o rendimento no trabalho e as escolhas cotidianas de deslocamento.

Nesse contexto, soluções de micromobilidade vêm ganhando espaço em Florianópolis. A Whoosh, multinacional líder em micromobilidade urbana, já opera com mais de 1.300 patinetes elétricas na cidade e ultrapassa 500 mil usuários cadastrados na plataforma. A atuação contempla bairros com alta circulação de pessoas, como Beira-Mar, Agronômica, Trindade, Itacorubi, Jurerê, Canasvieiras e Lagoa da Conceição.

As patinetes são utilizadas principalmente em deslocamentos rápidos do cotidiano, como trajetos até universidades, academias, comércio, orla e conexões entre diferentes modais urbanos. A proposta é oferecer mais praticidade em percursos em que o uso do carro nem sempre representa a alternativa mais eficiente.

Desde o início das operações na cidade, os usuários já percorreram mais de 5 milhões de quilômetros com as patinetes da Whoosh. O impacto também se reflete no meio ambiente: cerca de 232 toneladas de CO₂ deixaram de ser emitidas com a substituição parcial de deslocamentos motorizados.

“Em Florianópolis, observamos que os usuários utilizam as patinetes para cobrir trechos curtos que concentram grande parte do congestionamento ou que o transporte público não atende de forma direta. É nesse ponto que a micromobilidade cumpre um papel relevante na mobilidade urbana da cidade”, destaca Cadu Souza, diretor de operações da Whoosh.

A redução da circulação de veículos em pequenos percursos é um dos efeitos observados com a adoção da micromobilidade, especialmente em regiões de alta movimentação urbana. O modelo acompanha uma tendência crescente de integração entre diferentes formas de transporte, permitindo que os usuários combinem caminhada, transporte público e modais leves em um mesmo trajeto.

Sobre a Whoosh

A Whoosh é uma empresa internacional de tecnologia que desenvolve e implementa de forma independente soluções de transporte de micromobilidade, por meio do uso de patinetes. A empresa que gerencia o serviço, também lançou uma escola de condução para garantir a segurança dos usuários. As patinetes da marca são equipadas com o seu próprio módulo Whoosh IoT (Internet of Things), que permite controlar totalmente o estado e as condições do veículo, incluindo bloqueio de velocidade e monitoramento de rotas. Os dados recebidos dos equipamentos permitem a criação de relatórios analíticos sobre micromobilidade, que podem ser de informação muito útil para as autoridades urbanas responsáveis pelo planeamento e desenvolvimento de políticas ambientais das cidades onde a Whoosh opera. Mais informações no https://whoosh.bike/br