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segunda-feira, dezembro 6, 2021
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Hospital Infantil reabre ala oncológica que passou por reformas

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Hospital Infantil reabre ala oncológica que passou por reformas

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Reabriu na manhã desta terça-feira,21, a Ala de Oncologia Pediátrica do Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG), após sete meses em reforma. Os 12 pacientes de oncologia internados, que estavam em uma unidade provisória, já foram transferidos.

Com a reabertura da ala, o setor de oncologia contará com mais dois leitos, somando um total de 14 vagas para pacientes vítimas de câncer, conforme explica o Roberto Souza de Morais, diretor em exercício do Hospital Infantil Joana de Gusmão.
No espaço onde estava funcionando provisoriamente a oncologia, serão disponibilizados seis leitos para abrigar suspeitos de gripe A.

A ala oncológica do Hospital Infantil está em reforma desde outubro de 2012. O espaço foi fechado por risco de contaminação por fungos. A obra contou com readequação do sistema de ventilação, envolvendo a compra de equipamentos, como um filtro especial para ar-condicionado. Também foi trocada a tubulação de água e o piso, que era cerâmica, e agora é de manta vinílica, além do forro de gesso.

Em junho, serão abertos mais 21 leitos no Hospital Infantil Joana de Gusmão. A unidade se saúde ativará as unidades D e E, que prestarão atendimentos em diversas especialidades pediátricas.

Pedido Indeferido
Foi indeferido pelo Poder Judiciário o pedido do Estado de Santa Catarina para suspender os efeitos da medida liminar que determina que seja dada uma solução aos problemas que atingem o Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, enquanto tramita no Tribunal de Justiça recurso contra a decisão de primeiro grau. Dessa forma, os prazos estabelecidos pela medida liminar, concedida no dia 5 de abril deste ano, continuam válidos, e o Estado deverá cumpri-los sob pena de multa diária de R$ 5 mil, a ser revertida para o Fundo Municipal da Infância e Adolescência.

A liminar foi obtida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em ação civil pública e determina que o Estado dê uma solução aos problemas estruturais e sanitários e à falta de recursos humanos e materiais que atingem o Hospital Infantil. O requerimento, feito pela 10ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital, foi atendido pelo Juízo da Infância e Juventude.

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